
Segundo a Visão, a Câmara Municipal de Loures anunciou que vai apelar ao Presidente da República para não promulgar o projeto-lei hoje aprovado pelo Parlamento para a criação da freguesia lisboeta do Parque das Nações com parte do território daquele município.
O autarca referiu que vai avançar com um pedido ao Presidente da República, Cavaco Silva, para que não promulgue o diploma e prometeu "perseguir de forma implacável" todo o ressarcimento dos prejuízos financeiros presentes e futuros desta decisão.
Com base nas informações da AMCPN (Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações), a CM Loures pronunciou-se, formalmente, DUAS vezes, sobre a questão, nas últimas semanas, ao contrário do que é referido na reacção à votação de ontem. Lamenta-se que Loures não tenha reagido ao facto de ter "ganho" todo o território da Portela. Espero sinceramente que a AMPCN consiga pressionar, precisamente no sentido da promulgação, porque afinal é essa a vontade da população.
Ainda para memória futura, um pequeno vídeo das Notícias do Parque, que acompanhou José Moreno, presidente da AMCPN à Assembleia da República. Apesar de não ter sido possível recolher imagens no interior da Assembleia da República, ficaram registadas algumas palavras de José Moreno.

É verdade que falta a promulgação, a publicação em Diário da República e ainda a entrada em vigor da lei, mas hoje é um dia importante na vida da cidade de Lisboa, mas também da população que arriscou morar no espaço que foi outrora, a zona de intervenção da Expo98.
Foi, finalmente, aprovada a criação da Freguesia do Parque das Nações, com todo o território do Parque das Nações, da zona da Matinha até ao Rio Trancão.
Na prática, nunca deixei de ser lisboeta, mas com esta decisão, a casa que adquiri no ano passado, passou do município de Loures para Lisboa, com tudo que isso poderá implicar. De qualquer forma, hoje foi dado passo muito importante.
Na imagem que ilustra este post, podem ver os novos limites da cidade da nova freguesia do Parque das Nações. A verde, estão indicados os novos limites de Lisboa e da freguesia, do lado norte. A azul, estão indicados os limites da nova freguesia, na zona sul, dentro de Lisboa.
Já agora, termino com uma palavra de solidariedade para a população de Telheiras, cuja zona, não foi incluída nesta Reorganização Administração de Lisboa, que também resultou numa redução de 53 para 24 freguesias. Sinceramente, não consegui perceber porque razão o mesmos critérios, não valeram para Telheiras.
Links Relacionados:
Comunicado da AMCPN (Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações)
"Parlamento aprova freguesia do Parque das Nações com território de Loures" - Público

Para grande alegria de toda a comunidade do Parque das Nações, o PSD e o PS apresentaram ontem, para votação hoje, dia 1 de Junho, em Plenário da Assembleia da República, uma proposta de alteração dos limites do concelho de Lisboa, de forma a incluir todo o Parque das Nações no concelho de Lisboa.
A alteração dos limites do concelho de Lisboa, é proposta pelo PSD e pelo PS, sendo ainda acompanhada de propostas separadas, mas no mesmo sentido, do CDS e do BE. Assim, tem todas as condições para ser aprovada.
No entanto, só depois de aprovada é possível respirar de alívio e saberemos que o Parque das Nações não fica retalhado.

Hoje, os moradores e proprietários do Parque das Nações (e não só) estarão com os olhos postos no Parlamento!

É com tristeza que falo deste tema e parece que será imparável o caminho da destruição que os autarcas têm para oferecer a Lisboa.
Já tinha reparado nas obras que estão a decorrer no Terreiro do Paço (como eu gosto ainda de chamar), mas não imaginava o profundo disparate que estão a fazer.

Apesar da sua raridade e importância, a Câmara Municipal de Lisboa está a realizar o abate dos últimos 6 exemplares das colunas de iluminação do séc. XIX. As restantes já tinham sido abatidas nas obras anteriores.
Acho absolutamente nojento (não me ocorre outra expressão), que a câmara avance desta forma, completamente cega, que acaba por beneficiar os amiguinhos arquitectos que desenharam canos, de gosto duvidoso e que vão substituir os lindissímos candeeiros do séc. XIX (respeito todos os arquitectos, mas nestes meios, o "lobby dos amigalhaços" é o que vinga).

Não seria mais interessante investir na recuperação ou na criação de réplicas, com materiais diferentes? Afinal, Portugal e Lisboa vendem História e uma cidade com história e antiga e uma das praças mais bonitas do mundo, vai receber uns canos, para a sua iluminação pública.
Mas não é tudo. Outro disparate que vem a caminho é a remodelação da rotunda do Marquês de Pombal (o mesmo projecto, avança também com alterações na Av. da Liberdade). Atenção, eu sou defensor das medidas que possam melhorar a cidade, que possam, se possível retirar carros da cidade, mais importante ainda, que as pessoas possam usufruir e viver a cidade.

As decisões têm que ser ponderadas e analisadas com rigor e que possam ser tomadas com base em estudos igualmente rigorosos e como sabemos, em Portugal, também os estudos estão viciados, condicionados com o tal "Lobby dos Amigalhaços". Aposto, que haverá vários estudos que defendem a remodelação da rotunda do Marquês de Pombal, afinal, se o estudo é encomendado para se confirmar essa possibilidade, é natural que o mesmo seja condicionado.
Esta gente, os pseudo-autarcas têm bons exemplos espalhados pelo mundo...porque raio insistem em caminhar no sentido contrário?
Links relacionados:
- Gonio

Neste terceiro post, sobre o que os estrangeiros que vivem em Portugal acham do nosso país, vamos conhecer a história do Michael Brown, o que o trouxe para Portugal e qual é a sua visão sobre este cantinho à beira mar plantado.
O Michael Brown tem 43 anos, nasceu em Inglaterra, filho de pai inglês e mãe alemã, passou a infância no estrangeiro em países tão diferentes como a Nigéria, Turquia, Irão ou França. Regressou a Inglaterra para ingressar no liceu, num colégio interno.
Também se assume como geek, mas como o destino tem daquelas coisas, acabou por entrar em Farmacologia na Bristol University. Não terminou o curso e aos 20 anos começou a trabalhar como programador na área da banca. 23 anos depois, ainda é a área onde continua a trabalhar.
Em 2009, começou a desenvolver aplicações para iOS nos tempos livres (onde se destaca a aplicação Farmácias de Serviço, para iPhone e iPad) e espera conseguir ganhar a vida a fazer exclusivamente o desenvolvido de aplicações.
Em 2000, mudou-se de Londres para Portugal, sendo que, em 2010 tornou-se finalmente cidadão de nacionalidade Portuguesa. É casado com uma portuguesa e tem um filho com 3 anos.
Adora viver em Portugal e vamos conhecer a sua história pelas suas palavras:
"Há 12 anos troquei Londres para Lisboa e nunca me arrependi. Fiquei a ganhar um terço do que estava a ganhar em Londres, mas o custo de vida em Lisboa também é mais ou menos um terço do custo de vida em Londres, pelo menos no que diz respeito às coisas essências como casa, comida, roupa, e transportes. Por isso não senti muito a redução de ordenado.
Mas o que mais notei foi o aumento da minha qualidade de vida, que mais do que compensou o emagrecimento financeiro. Pode parecer uma coisa superficial, mas o clima faz uma grande diferença na qualidade de vida, e o clima em Lisboa é fantástico. Mesmo no inverno é raro ter um dia verdadeiramente frio e o sol vê-se muito. Ver o sol de manhã quando acordo é o suficiente para me sentir logo mais feliz. E fora do inverno é melhor ainda. Este ano tivemos um Fevereiro incrível com muitos dias passados na praia, e agora em Maio uma semana que faria inveja a qualquer verão Londrino. O verdadeiro verão quente então é o paraíso para mim. Talvez seja porque passei a minha infância em países quentes (Nigeria, Turquia e Irão) mas eu gosto muito de sol e calor, e ao contrário dos "bifes" do costume, bronzeio facilmente, que também faz bem a minha vaidade. :-)
Muitas vezes não se valoriza as coisas boas que se tem porque não se sabe o que é viver sem elas, e acho que os Portugueses tem este problema em relação a muitas coisas, não se ficando apenas o bom tempo. Portugal tem uma das costas mais bonitas do mundo, com praias lindíssimas que, tirando o pior do Algarve, não tem sofrido com o desenvolvimento turístico descontrolado. Ainda há muitas praias desertas onde é possível passar um dia na companhia de apenas mais meia dúzia de pessoas. Mesmo as praias mais concorridas ficam quase vazias fora do mês de Agosto. E ainda só falei da costa! O interior de Portugal não fica atrás. O Alentejo é, sem dúvida, a minha zona favorita de Portugal e tem das paisagens mais bonitas que conheço, para não falar do vinho e da comida que adoro!
Em Lisboa, eu posso pegar no carro e estar numa praia a apanhar sol ou fazer surf dentro de meia hora. Há esplanadas com vistas incríveis e cerveja barata em todo o lado. Há bons restaurantes sem necessidade de marcação nem filas de espera. Há discotecas onde não é preciso ser famoso ou um modelo para conseguir entrar. Isso para mim é qualidade de vida, e há poucas cidades no mundo que tem isso tudo.
Portugal é um país com imenso potencial, tem tudo para ser um sucesso na Europa e no mundo. Acredito mesmo nisso, e custa-me que muitos Portugueses tem uma atitude tão negativa e pessimista em relação a tudo. O famoso desenrascanço dos Portugueses é uma coisa fantástica. Faz as pessoas pensar "fora da caixa", ser criativas e desenvolver soluções inovadoras, e neste mundo da globalização essas são qualidades muito úteis. O outro lado da moeda é que criam uma tendência para a desorganização e não ter a persistência de concretizar as ideias. Mas, ao contrário da criatividade do desenrascanço, a organização e o rigor são coisas que se podem apreender. É só isso que falta.
Por último, não podia deixar de dizer que os Portugueses são pessoas muito, muito simpáticas, e que nunca me senti mal por ser um estrangeiro. Ah, e as Portuguesas? São lindas de morrer e boas como o milho. As Inglesas não lhes chegam aos calcanhares, nem por sombras. Qualidade de vida também é ver pessoas bonitas em todo lado!"
Para conhecerem melhor o Michael Brown ou se quiserem entrar em contacto com ele, podem passar pelo seu blog (luacheia.com), pelo Linkedin ou melhor ainda, adicioná-lo ao Twitter (twitter.com/mluisbrown).

Para poupar alguns euros, acabei por pré-encomendar o muito aguardado Diablo 3 através da Amazon, ficando por 36 euros (se tivesse sido uns dias antes, ainda ficava mais barato, por causa do câmbio). Ou seja, não tive acesso ao jogo logo no dia 15 de Maio, dia do lançamento, mas só o recebi no dia 17. Mas pronto...não houve o habitual stress com a MRW.
Então e o jogo, perguntarão vocês?
Pois bem, há muito tempo que não me dava tanto gozo pegar num jogo e apesar das recordações do Diablo 2 já serem poucas, aqui e ali, vou-me lembrando de que este é o um dos géneros que mais gosto de jogar. O que confirma que um World of Warcraft não será para mim, por exemplo.
Também fiquei com a sensação que tinha recuado 12 anos (ou mais até), quando comecei a jogar e a evoluir no jogo, mas perante um iMac de 24 polegados e gráficos brutais, em vez do antigo "PC Multimédia", num monitor CRT de 15 polegadas (ou nem isso).

A Blizzard habitou a lançar cinematics absolutamente fantásticos e o Diablo 3 não é excepção. Deixo-vos com um anúncio que foi apresentado na TV inglesa, bem como um cinematic que faz parte do jogo e que não recomendo a visualização, caso não queiram ser spoilados.
Em suma, para quem for fã da série Diablo e viciado neste tipo de jogo, o Diablo 3 é obrigatório.

Acho que se pode dizer que a realização da Marcha dos Atropelados foi um sucesso, graças à população que marcou presença, mas também ao empenho e da persistência do Basílio Vieira, autor da petição e líder do Movimento Entrada Norte. Uma palavra também para o pessoal do Twitter que marcou presença, neste evento que prova que a cidadania ainda pode ter espaço e importância na nossa sociedade e mais importante do que isso, a web pode ser a plataforma ideial para fomentar e potenciar a influência do cidadão nas importantes decisões da sua comunidade.
Para memória futura, daqui ficam algumas fotos, bem como a reportagem realizada pela TVI.



Caso não haja uma acção clara das entidades responsáveis, o Movimento Entrada Norte está disposta a realizar todos os meses (ao dia 15) uma Marcha dos Atropelados, até o problema ser resolvido.

Enquanto não chegam novos depoimentos de estrangeiros que vivem em Portugal e qual é a sua opinião sobre Portugal e os Portugueses, deixo-vos com o vídeo criado pela InvestLisboa, com o depoimento de alguns empreendedores que se fixaram em Lisboa para iniciar a sua startup e porque razão escolheram Lisboa e Portugal para o fazer.
laire Chung (Chinesa-americana - Shangpin.com), Ekaterina Zhilina (Russa - Matrioshka.biz), Mariano Kostelec (Argentino - Uniplaces.com), Jesse Biroscak (Americano - Briiefly.com), Nitin Puri (Indiano - Annecto.eu), Saurabh Khanna (Indiano - Annecto.eu) e Alisson Ávila (Brasileiro - Wearecouture.com) são os intervenientes deste vídeo, que nos mostra uma Lisboa que muitos acreditam que não existem.
Para quem perdeu, recomendo vivamente a leitura, da visão que a Manuela Ciaccio tem de Portugal e dos Portugueses.
Aproveito para voltar a lançar o desafio a todos os leitores do blog, que são estrangeiros e vivem em Portugal, podem enviar um mail (iphilmail@gmail.com) ou até deixar nos comentários, um texto que demonstre a vossa visão sobre Portugal e sobre os portugueses.

Muito se tem falado da crise que tem afectado o jornalismo, quase da mesma forma que se fala em empreendedorismo. No entanto, raramente vejo as duas coisas de mãos dadas...até fico com a sensação que vejo mais o contrário.
Provavelmente, por causa dos sites e blogs de tecnologia que acompanho, sempre achei que os próprios jornalistas têm nas mãos, a oportunidade para marcar a diferença. Têm recursos humanos, têm formação...falta pôr a máquina a mexer.
Para cerca de 30 ex-jornalistas do jornal Público espanhol, que foi descontinuado em Fevereiro, chegou a hora de colocar a máquina a mexer. Juntaram-se para lançarem em conjunto, a publicação Más Público, um jornal de distribuição gratuita com uma tiragem de 16 mil exemplares, que foi lançado no passado dia 12 de Maio.
Está aqui a prova que é possível. Fica o exemplo.

É já na próxima terça-feira que decorre a Marcha dos Atropelados (a hashtag oficial no Twitter é #MarchadosAtropelados), na Rua dos Caminhos de Ferro, precisamente onde deve ser construída uma nova entrada na Estação de Santa Apolónia, cujo movimento já referi há umas semanas, que servirá uma população de 11.000 pessoas e todos os utentes da Estação de Santa Apolónia e a respectiva zona comercial.
Se sentem que algo tem que ser feito, se sentem que está na altura de mostrar que o povo não está adormecido e pretendem que aquela entrada seja criada, então apareçam na próxima terça-feira, dia 15 de Maio às 19h.
Pessoalmente, faz-me alguma confusão esta passividade, quando se torna evidente, que a construção desta entrada na estação será benéfica para todas as partes, mas os utentes/população, para o comércio e zona comercial da estação e naturalmente para a REFER e CP.
Não sei se posso marcar presença. Mesmo assim, acho que faz tudo o sentido apoiar o movimento que foi criado pelo Basílio Vieira e do qual, sem saber, eu já tinha feito referência em 2010.
Mais uma vez, lanço o apelo para passarem pelo st-apolonia.org para conhecerem todos os pormenores, assinem a petição, façam Like no Facebook e não deixem de participar na Marcha dos Atropelados no dia 15 de Maio às 19h.

No ano passado tive oportunidade de fotografar o Bernardo Sassetti, no evento anual do Largo do Teatro de São Carlos e na altura, achei que estava perante uma oportunidade única de poder assistir e fotografar um daqueles artistas que reconhecemos valor, inspiração e talento, que sai da sua área de conforto e arrisca, sempre de forma brilhante.
Partiu cedo demais...demasiado cedo.

Portugal tem a tradição do mar e da navegação. Por causa disso, conquistou um império em diferentes partes do mundo. Hoje, Portugal fica-se pelo Continente, Açores e Madeira, o que lhe permite ter uma zona económica exclusiva com uma dimensão que poucos saberão que temos, uma zona tão grande, que consegue encaixar uma grande parte dos países europeus.
Infelizmente, parece que Portugal está cada vez mais longe das suas fronteiras marítimas.

Por diversos motivos, estou próximo da organização e promoção de uma iniciativa que visa destacar este facto. Nos dias de hoje, é difícil fazer o que gostamos. Melhor ainda, quando o nosso trabalho se cruza com diferentes iniciativas da nossa cultura.
Tecnologia, a web, cruza-se com a música, com o Fado, com o Mar. Connecting the dots.

Hoje estive a ler com alguma atenção a carta que anexava a factura deste mês da EDP (já anexava a factura do mês passado), sobre o processo de extinção das Tarifas Reguladas de Electricidade e fiquei claramente com a sensação que estava a ver um filme que vi, há muito pouco tempo. Tudo se começa a repetir. A desinformação, os descontos, as notas de rodapé, que se materializam num processo, pouco claro e que vai gerar com certeza, muitas das dúvidas e problemas que a TDT já provocou.
Acredito que não terá a mesma componente técnica que a TDT e que se tratam sobretudo de alterações contratuais, mas que as mesmas dependem de uma acção voluntária dos detentores dos contratos de electricidade e gás. Por isso, do anexo que referi no início, destaca-se o seguinte parágrafo:
Os clientes da EDP Serviço Universal com consumos em BTN que não exerçam o seu direito de mudança de comercializador continuarão a ser fornecidos de eletricidade pela Empresa, aplicando-se tarifas de venda transitórias, fixadas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que incluem um fator de agravamento, o qual visa induzir a adesão gradual ao mercado, até à data limite de:
- para os clientes com potência contratada compreendida entre 10,35 kVA, inclusive, e 41,4 kVA, inclusive, até 31 de Dezembro de 2014;
- para os clientes com potência contratada inferior a 10,35 kVA, até 31 de Dezembro de 2015.
Ficam por responder algumas questões e hoje mesmo, já tive oportunidade de enviar um mail para uma das empresas que prestará o serviço de electricidade. A saber:
- Que tarifas serão comercializadas? São as mesmas. Serão outras com desconto? Com período promocional? Infelizmente só vejo referências a descontos. Só isso. Já vi descontos de 2%, 5%, 10%. Resta saber, de que tarifas estamos realmente a falar e respectivamente para que potências?
- No período transitório, referem-se a um factor de agravamento. Fica igualmente por esclarecer, que factor de agravamento é esse e que impacto terá o cliente tomar a iniciativa de alterar o seu contrato.
Mais uma vez, fica a sensação que muitos utilizadores e cidadãos nada farão, até a conta de electricidade e do gás aumentar consideravelmente. Uns não o farão por desconhecimento, outros não farão porque acham que não têm que fazer nada e se calhar há uma minoria que não será afectada, porque as campanhas já realizadas, podem transferir numa fase inicial muitos clientes. Como sabem, a primeira empresa foi o Continente, em parceria com a EDP, transferindo nesse processo os clientes da EDP Serviço Universal para a EDP Comercial. Agora é a Galp Energia atacar, apresentando descontos de 2% ou de 10% para quem se mudar até Junho para a nova Galp On.
Para o consumidor comum, a data a reter é o dia 1 de Janeiro de 2013. Até lá, acho que vou andar bem atento, para compreender se devo mudar já e quais os impactos se o fizer já ou não. Julgo que será fundamental que façam o mesmo e tentei ajudar todos aqueles que terão dificuldades neste processo, como os vossos avós, os vossos vizinhos, uma vez que não podemos contar com aqueles que tinham capacidade de decisão para apresentar um processo mais simples.

Claramente, por diversos motivos, há uma pressão muito subtil para voltar em força à fotografia.
Apesar de ainda não o ter feito, de forma efectiva, já foram dados pequenos passos para reajustar o meu workflow. Mas falta ir para o terreno e testar, errar, experimentar.
No entanto, sinto que há 3 objectivas que eu fazia questão de ter e teria muito gosto em conseguir, pelo menos, uma. Uma grande angular. As outras seriam uma 85mm da Nikon (oiço falar muito bem desta lente) e uma tele-objectiva.
Voltando à grande angular, após uma pesquisa que já leva alguns anos, regresso sempre ao mesmo resultado: Tokina 11-26mm f/2.8.
Dizem que é, de facto, uma grande objectiva. Mas se esta busca já leva alguns anos, tem a ver com o facto de estarmos a falar de equipamento relativamente caro. Por isso, desta vez, estou a virar a pesquisa para equipamento usado ou em 2ª mão. Vamos ver como corre. Algo me diz que a meta que estou a colocar para o montante que estarei disposto da pagar, poderá ainda impedir, a compra de uma nova lente.

Na semana passada, o Space Shuttle Enterprise chegou a Nova Iorque para ficar em exposição no porta-aviões Interprid.
Obviamente, que a chegada do Enterprise a Nova Iorque seria alvo dos fotógrafos, para conseguir "A Foto". E sinceramente acho que há mesmo uma (a foto que ilustra este post) que se destaca e inicialmente até achei que seria uma foto criada com pós-produção, uma vez que o autor conseguir ter na mesma foto e no mesmo ângulo, a Estátua da Liberdade, o Empire State Building, o Rockefeller Center e naturalmente o Enterprise a sobrevoar Manhattan por cima do 747 da NASA.
Com uma pesquisa rápida na web, conseguem encontrar rapidamente um conjunto bem engraçado de fotos do dia em que a Enterprise chegou a Nova Iorque.
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