E chegamos ao dia dedicado a Lower Manhattan, com natural destaque para o World Trade Center ou melhor, pelo ausência deste.
De resto, quando chegamos de comboio, entramos literalmente no buraco do Ground Zero, agora em plena actividade, uma vez que as obras já andam a bom ritmo ou pleno menos já é visível alguma evolução.
Depois o roteiro continuou na Wall Street e mais tarde, naturalmente, a visita à Estátua da Liberdade e a Ellis Island.
E agora as fotos e dada a produtividade do dia, são muitas...mas acho que vale a pena...
Nestas duas fotos é possível verificar que efectivamente algo falta a este espaço e qual é o andamento actual das obras de reconstrução do World Trade Center 2012.
No pequeno jardim que encontramos na esquina com a Trinity Place e a Liberty Street, podemos ver a estátua de bronze que resistiu à tragédia do 11 de Setembro. Esta mesma estátua assistiu a todos os acontecimentos deste mesmo local e logo após a reconstrução do jardim, voltou ao seu local original, agora com outro significado.
Chego finalmente ao centro financeiro mundial, o Wall Street, com principal relevo para o New York Stock Exchange. Curioso é o facto de esta zona ser particular calma, ao contrário do que se podia pensar, dada a importância do local.
Mesmo em frente do New York Stock Exchange, está o Federal Hall National Memorial, um local dedicado a lembrar o momento em que George Washington assumiu a presidência dos EUA, evocando o momento do juramento. À entrada é possível contemplar a estátua de bronze de George Washington.
Bem próximo do Wall Street, encontramos a Triniy Church, uma igreja cuja arquitectura é de inspiração gótica e é conhecida pelos programas musicais. De resto, no momento em que a visitei, estava a decorrer um ensaio muito interessante de blues tocados num orgão de igreja...muito cool!!
A caminho do Battery Park, encontramos o US Custom House. Hoje é mais um museu dedicado à vida dos nativos americanos.
Já bem perto dos ferrys, encontramos o Pier A, provavelmente uma doca que terá recebido muitos dos imigrantes que pretendiam chegar à "terra das oportunidades", isto se passassem pela fiscalização da Ellis Island.
E finalmente chegou o momento de conhecer um dos mais conhecidos ícones mundiais: A Estátua de Liberdade.
Infelizmente não visitei o interior, uma vez que as visitas têm que ser marcadas com alguma antecedência.
De qualquer forma, não desiludiu...a dama verde está em grande forma...
Nova Iorque, vista da Liberty Island.
Eis que chegamos a Ellis Island, um local que marca em definitivo a história de Nova Iorque, mas também do país e Ellis Island era a porta de entrada.
O núcleo do complexo é, sem dúvida, o grande átrio, que foi durante anos o palco dos mais diversos eventos, isto é, também os combatentes das grandes guerras eram ali recebidos.
A exposição que está patente, guarda ainda uma parede na área dos dormitórios dedicada a Aristides Sousa Mendes, reconhecidamente um homem que abraçou a tarefa de salvar milhões de vidas.
Vista de Nova Iorque do ferry. Pormenor para o facto do Empire State Building surgiu entre os 2 edificios do World Financial Center.
Para terminar, uma palavra para o Battery Park, um jardim localizado na Lower Manhattan, que lembra e muito a Foz do Douro.
As fotos que se seguem, vão ser dedicadas sobretudo ao Metropolitan Museum of Art.
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