Diz que o Roger Ebert não é propriamente fã do 3D e explica porquê! Será que é desta que a indústria abre a pestana?

E por terras lusas...apostem lá no HD de uma vez por todas...é HD que a malta quer...pode ser?
Afinal, o ministro Mariano Gago, veio desmentir as declarações sobre a pirataria.
Em comunicado enviado ao jornal Público, o ministério esclarece que “trata-se possivelmente de uma incorrecta interpretação de um debate complexo”.
Foi bom enquanto durou...
E diz muito bem. Finalmente, alguém com visão sobre esta questão.
Já as declarações de Miguel Guedes, director da Associação de Gestão de Artistas, me parecem completamente desajustadas da realidade e enquanto mantiverem essa postura, podem acreditar que os problemas de que se queixam, não vão ser resolvidos.
De qualquer forma, não me parece que os artistas se sintam assim tão afectados...agora, as distribuidoras e editoras...sim, essas com certeza que terão razão de queixa, mas isso foi porque o modelo de negócio mudou...atenção...não está em mudança...mudou mesmo e enquanto não tiverem a consciência disso mesmo, vão continuar a perder, quando deviam olhar para este período, como um período de oportunidade.
Já agora, em virtude desta temática, aproveito para destacar um vídeo de Larry Lessig, fundador da Creative Commons, realizado numa conferência TED.

Jon Stewart é definitivamente o maior e é bastante claro na sua posição "contra" a Apple. Subscrevo completamente.
Só para fugir da questão do dia...os ratings.

Quanto ao caso, parece que a Apple antecipou-se e descobriu antes das autoridades, quem foi o suposto vendedor do protótipo ao Gizmodo. E porque estou a pegar novamente na história?
Porque hoje a Apple confirmou que a WWDC, a sua conferência de developers se realizará entre os dias 7 e 11 de Junho. Entretanto surgiram rumores que a Apple poderá lançar o novo iPhone logo após o seu anúncio, na keynote do dia 7 de Junho, pressionada pelo facto do novo iPhone já ter sido revelado pelo Gizmodo.
Ora bem, o problema é que o rumor que confirma esta possibilidade (baseado na indicação que os empregados da AT&T não poderão tirar férias em Junho), é anterior ao famoso caso do protótipo. Isto é, a Apple já podia estar a planear este "roadmap" e a história do Gizmodo foi pura coincidência. O problema é que este timing pode confirmar que o iPhone que foi revelado pode ser de facto, estar próximo da versão final...e isso deixa-me preocupado, porque não fiquei fã daquele design.
Gostam do título "a la 24 horas"?
Hoje, o Sapo anunciou o lançamento de uma aplicação móvel para o acompanhamento do Mundial de Futebol que será realizado na África do Sul.

O Sapo confirmou a compatilidade com o Windows Mobile, Nokia, iPhone, Android e......Palm Pre!
(os restantes telemóveis podem aceder a este endereço: http://m.sapo.pt/mundial)
Recordo que o Palm Pre ainda não foi lançado em Portugal e a instalação requer um número de telemóvel do Canadá, Alemanha, Irlanda, México, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.
Ou seja, este será um indicador que o Palm Pre estará a curto prazo disponível através da TMN, a operadora móvel da PT?
(e sim, eu sempre achei piada ao Palm Pre!)
Com mais ou menos rigor, mais ou menos longe da verdade...estes indicadores (e não é o primeiro), deixam-me preocupado e apreensivo.

Já dizia o Presidente da Rep. Checa (segundo alguns, não será a pessoa mais indicada para este tipo de críticas), que achava estranho ver os representantes nacionais tão despreocupados com a situação económica de Portugal. Uma coisa é certa...ele definiu perfeitamente a forma de estar de quase todos os políticos. Eles despreocupam-se com tudo...menos com eles próprios. Tudo o resto não interessa e o resultado está à vista e não estou a falar deste governo. Estou a falar de todos os governos. Todos eles têm a sua quota parte. Lamento que não reconheçam a sua responsabilidade e sempre que alguém o tenta fazer, lá vem e o argumento conveniente da demagogia.
Infelizmente, não vejo qualquer solução a curto, médio e longo prazo.
Diz que hoje, foi dia negro na bolsa e diz que há empresas de rating a trazer Portugal para baixo.
Quero provar que estão errados e por isso, estou absolutamente preparado para os dias do aderente da Fnac que se realizam nos proximos dias 29 e 30 de Abril.
E as minhas escolhas são...
A famosa história do Gizmodo e do iPhone 4G continua a dar que falar.

Desta vez, as autoridades, que entretanto iniciaram a investigação, apreenderam o equipamento de Jason Chen, o responsável pelo famoso artigo em que o iPhone 4G era desvendado ao mundo.
Pessoalmente, parece-me que o Gizmodo e os seus responsáveis estão a pagar por aquilo que colheram. Pagaram 5.000 dólares para ficar na posse de um bem que eles já sabiam muito bem que consequências podia trazer, uma acção que é punida pela lei do estado da Califórnia. Mas para mim, o mais baixo foi mesmo quando o Gizmodo continuou a proteger o vendedor do iPhone (e bem, porque afinal dizem-se jornalistas), mas não teve qualquer pudor em divulgar a identidade e as fotos do proprietário do iPhone, engenheiro e developer da Apple, que tinha perdido o suposto protótipo num bar. Quando o fizeram, deve ter sido com o seu lado de bloggers e esqueceram a parte do jornalismo.
Em bom rigor, os elementos do Gizmodo são bloggers. Não terão carteira de jornalistas e se ocupam o lugar que ocupam foi pela credibilidade que ganharam aos longo dos anos. Eventualmente, a sua credibilidade pode ter ido pelo cano, numa única semana e custou-lhes 5.000 dólares. Terá valido mesmo a pena?
De certeza, que esta história, muito mal contada, terá ainda muito para nos oferecer e certamente que a discussão dos "Jornalistas vs Bloggers" terá ganho um novo ânimo.
Mas perguntarão vocês..."Se fosses o Gizmodo, o que farias perante alguém que tentava "vender-te" o próximo iPhone?"
A minha opinião é muito clara. Não comprava o iPhone e nunca lhe "pegaria", ao contrário do Gizmodo. Tirava nota de todas as features do novo iPhone e publicava tudo no Gizmodo. No fundo, foi o que fez o Engadget, que acabou por sair a bem desta história. Eventualmente pagaria à fonte para ter acesso ao iPhone, mas nunca ficando com a sua posse. No limite, tirava fotos com qualidade. Mais uma vez, garantia que nunca tinha ficado com a posse ou propriedade do protótipo.
Esta é também a posição do John Gruber que esteve no MacBreak Weekly desta semana, gravado hoje. Não estou completamente de acordo em relação ao pagamento e às fotos, mas seria sempre uma melhor opção do que aquela que foi tomada pelo Gizmodo.
Entretanto, vamos ficar à espera dos próximos episódios desta novela...

Este fim de semana, aproveitei para ver dois filmes que tinha alguma curiosidade e para rever um outro. Todos eles, filmes pipoca. É claro, os 3 foram vistos em glorioso HD.
O primeiro, eu devia ter seguido a recomendação que vem no cartaz do filme... "We were warned". De facto, eu estava mais do que avisado que o filme era muito mau...mas nunca pensei que fosse tão mau. Estou naturalmente a falar do "2012". É verdade, que os efeitos roubam o show na primeira metade do filme, mas não o salvam. Muito longe disso. É incrível como tudo acaba por falhar. Adiante...não há muito mais para se tirar daquele falhanço.
Seguiu-se o "Avatar". Não mudo a opinião que tinha do filme. História muito fraca (muito melhor, quando comparado com o "2012", claro), mas visualmente fabuloso. Mas no caso do "Avatar", a curiosidade era rever o filme em 2D e em glorioso HD. Para além do filme me parecer visualmente muito mais interessante e espetacular, consegui reparar em detalhes que me escaparam completamente na versão 3D. O pessoal da indústria que me desculpe, mas com o 3D, como o conhecemos hoje, não vai vingar.
Finalmente, temos o "Zombieland". Sim, é um filme de zombies completamente descomprometido...mas não é mais do que isso. Até achei piada, vê-se, mas não consigo compreender o hype que se gerou em torno do filme.

Agora é mudar os holofotes para o IndieLisboa, que começou no passado dia 22 de Abril e termina no dia 2 de Maio.
E hoje foi dia de photowalk ali para os lados da Baixa e da Av. da Liberdade. Motivo...naturalmente o Desfile do 25 de Abril. Aproveitei o desfile para captar algumas imagens em vídeo para ir tirando partido desse formato, apesar de não se tratar do meu formato preferido.
O grupo que representava a Casa do Brasil, era sem dúvida, o mais animado e permitiu fazer este vídeo. É evidente que há ainda muito para aprender neste campo.
E de seguida, deixo-vos com algumas fotos. Em relação ao desfile, lamento sinceramente que seja um desfile demasiamente de esquerda e que não seja um desfile mais oficial e com a presença dos protagonistas sobreviventes do 25 de Abril de 1974. Aquilo mais parece um desfile do 1º Maio. Considerando a significado que este dia tem, acho natural que seja um dia transversal a todas as forças políticas. Parece que só é assim, institucionalmente na Assembleia da República.












Sempre que comemoramos mais um 25 de Abril, mais me convenço que precisamos de outra revolução...
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