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Através de uma dica nos comentários, do Vítor Pereira, fui alertado para a possibilidade de adquirir através da T-Mobile, um plano exclusivamente para Internet, algo semelhante a um plano para o iPad, sem a parte do iPad, claro.

Na realidade, nas pesquisas que realizei, escapou-me esta possibilidade, apesar do plano para iPad apresentar as mesmas características, tratando-se de uma opção válida. Contudo, estou num impasse, uma vez que, já estava a contar com a aquisição do iPad de 16GB (e só este modelo), até porque estamos a falar de uma diferença de valores considerável.
Entretanto, hoje nos comentários, alguém alertava para o facto das frequências 3G no iPhone 4 e a sua incompatibilidade com a T-Mobile. O iPhone continuaria a funcionar com EDGE e GPRS, mas sem 3G. Eu diria que esta dúvida podia resolver a questão, mas não quero ser hipócrita e sendo, deliberadamente um geek e um aficionado por gadgets, obviamente que a aquisição do iPad é mais interessante. Se conseguir a aquisição da versão de 16GB, ao câmbio de hoje, o iPad ficaria por 480 euros. Não é propriamente barato, mas também não é um roubo e ainda fico com um cartão da AT&T para usar durante a estadia nos EUA!
Tenho que começar a dar esta questão como encerrada e começar a pensar nos roteiros para os dias em que vou estar em Nova Iorque.
Hoje (dia 18 de Agosto) não foi um dia fácil...mesmo assim, foi bom sentir o valor da amizade num momento tão complicado...e devemos estar presentes nos bons momentos, mas sobretudo nos momentos mais complicados!
De qualquer forma, acho que passei alguns dos meus próprios limites...
Depois da iLook, é a multinacional Fnac a vender o novo iPhone 4, ainda antes do seu lançamento oficial em Portugal.

A Fnac está a comercializar o iPhone 4 de 32GB pelo valor de 1.299 Euros. Considerando que se trata de uma multinacional com origem em França e considerando que em França o iPhone é vendido livre de operador, acreditamos que a fonte seja precisamente a Fnac em França, onde a versão de 32GB custa 739 Euros, ou seja, a Fnac, por cada unidade vendida consegue ter um retorno de 560 Euros.
Normalmente, quando se começa a planear uma viagem, pensa-se em muita coisa...e com certeza que não vamos pensar na...INTERNET! Mas vejamos melhor a situação...
Estarei em Nova Iorque...e como muitos de vocês saberão, será difícil não estar online e se possível, dar conta do que vai acontecendo do lado de lá...quer acreditar que há muitos interessados desse lado, em acompanhar-me nesta aventura...ou até mesmo, pelo simples facto de manter o contacto facilitado através deste meio.
Por isso, desde que confirmei a viagem, tenho verificado quais são as possibilidades de adquirir um cartão SIM de um operador norte-americano e tirar partido do meu iPhone 4 desbloqueado. Dessa forma, abdicava completamente do roaming.

A pesquisa começou bem. A Virgin Mobile oferece uma excelente opção sem contrato. $25 por 300 minutos de voz e messagens/dados ilimitados. Excelente opção não é? Pois não é...e porquê? Porque a Virgin Mobile, que é uma operadora virtual que utiliza a rede Sprint e que não utiliza a rede GSM como norma, mas sim a CDMA, com a qual o iPhone e a maior parte dos telemóveis europeus não suporta, será impossível utilizar o iPhone 4 com esta rede. Portanto, os operadores Sprint e Verizon ficam imediamente fora das opções, uma vez que a Verizon, também utiliza a tecnologia CDMA.
Portanto, dos 4 operadores possíveis sobram a AT&T e a T-Mobile, as duas redes GSM norte-americanas que operam no estado de Nova Iorque.
Avancei com os contactos com a T-Mobile, a rede automática de roaming da Vodafone, e rapidamente através do site e do atendimento via chat, cheguei à conclusão que os planos pré-pagos, não têm sequer acesso ao serviço de dados. Logo, também não me interessa.

Sobra a AT&T, o operador que também é conhecido por ser o operador exclusivo do iPhone nos EUA e fornecedor de planos de dados para o iPad.

Na realidade, a AT&T, tem tarifários pré-pagos com serviço de dados, mas sem qualquer plano, isto é, paga-se o que utilizamos e neste caso, falamos de $0.01 por cada KB. Basta um cálculo rápido para perceber que o valor será elevado, logo também não serve.
Ainda na AT&T, tento a possibilidade da aquisição de um plano de dados para o iPad. A operadora de chat foi muito clara...não é possível utilizar no iPhone. Mas esta opção sempre me pareceu a mais interessante, apesar da restrição da Apple que eu já conhecia. Ainda assim, achei de que devia perguntar à operadora.

É nesta altura que surge o iPad. Cheguei então à conclusão que poderá ser essa a via, isto é, aquisição do iPad 3G de 16GB (e só este modelo, caso contrário, não arrisco) numa BestBuy (o site mostra os stocks por loja), com activação do cartão no iPad (é um requisito), mudança do cartão para o iPhone 4 e finalmente confirmação da APN que devo usar. Quero acreditar, perante esta possibilidade, que posso utilizar livremente o iPhone 4, durante a minha estadia em Nova Iorque, mas só o serviço de Dados. A voz e SMS, fica através do Roaming e através do iPhone 3G que levarei comigo.

Vá...digam lá..."o gajo é mesmo geek...não há hipótese!"
Agora há ainda uma dúvida...o pagamento do plano é feito com cartão de crédito...será que aceita um cartão português? Terá a mesma restrição da iTunes Account? Já alguém experimentou? Alguém conseguiu ultrapassar este passo, sem qualquer problema? Fico a aguardar o vosso feedback e até podem falar um pouco da forma como o vosso processo decorreu.
Se isto correr tudo bem, parece que terei que pagar um café a alguém (com quem apostei que não compraria o iPad)...mas também, quando será a próxima vez que irei aos EUA? E afinal, eu sempre disse que só se tivesse necessidade, comprava o iPad...pois bem, aí está ela, uma necessidade para o iPhone, mas tudo bem...pelo menos, não dou 800 euros por ele...espero que o câmbio ainda mais simpático no dia 9 de Setembro!
Para terminar, fica a dica final: Se forem para Nova Iorque, esqueçam os planos de dados e tentem usar somente os hotposts espalhados pela cidade, nomeadamente as Apple Stores e os Starbucks. Recomendo também que para além de não usarem o serviço de dados, tentem garantir que essa função está mesmo desligada no vosso telemóvel ou smartphone, para que não tenham nenhuma surpresa no vosso saldo ou factura ao final do mês.
Se forem geeks, existe esta possibilidade. Será mais interessante, se estiverem interessados num iPad. Caso contrário, o cenário é extramemente complicado, senão mesmo, impossível. Já faziam uma liberalização do roaming, não?
Está confirmado. Após 35 anos da estreia, a saga Star Wars terá uma edição especial em HD e serão incluídas novas cenas (pergunto, porque raio não foram incluídas quando os filmes foram relançados há uns anos).
Aqui fica uma das cenas...
Via Engadget.
Bem interessante esta explicação sobre as diferenças entre as diversas resoluções do HD. Portanto, quando estiverem numa grande superfície comercial com o objectivo de comprar uma nova televisão, a visualização prévia do vídeo que se segue é obrigatória.
Via Reflexões de um cão com pulgas.
Nota: Curiosamente, o rapaz do vídeo participa noutro projecto, bem mais interessante: spacevidcast.com.
Com tanto falatório em torno da nova série inglesa "Sherlock", não podia deixar de ver os 3 episódios que compõem, para já, esta mini-série.
Desconfiado, entrei neste renovado e actualizado mundo de Sherlock Holmes e de facto, está ali uma série e tanto. Boa exploração dos personagens, bem escrito, bem filmado, bem montado e com uma fotografia e uma estética a que os ingleses nos começam a habituar e que os americanos terão que começar a tomar alguma atenção.
Sem querer falar do final desta mini-série, mas parece-me que será impossível que a BBC não continue a transmitir esta série...
Para ajudar, os dois personagens, Sherlock Holmes e Dr. John Watson, mantém uma presença na web, que se cruza com a acção da série. Um crossover que poderá ser muito interessante de explorar. Não é uma novidade, mas poderá ser uma experiência reinventada que poderá resultar numa série deste género.
The Science of Deduction - O site de Sherlock Holmes
A alguma distância e sem querer fazer comparações, parece que os produtores conseguiram numa única série juntar o próprio Sherlock Holmes, Dr. House, CSI e Dr. Who, conseguindo uma identidade própria.
Há quem queira aproximar esta versão de Sherlock Holmes ao Dr. House. Sim, têm muitas semelhanças, até porque o próprio House é baseado no personagem inglês. Felizmente, também têm muitas diferenças, roubando, portanto, alguns argumentos nessa comparação.

Para terminar, fiquei completamente fã, da forma como as informações que chegam a Holmes e Watson, via telemóveis (e não só), são apresentadas ao espectador. Tão simples e tão eficaz.
Na sequência da publicação do post, sobre os locais de filmagem do Ghostbusters, o JBM do Cineblog, enviou, via comentário, o link para um vídeo que nos permite fazer um tour completo, pelos locais de filmagem dos dois filmes e ainda com uma breve aparição do restaurante do Seinfeld, que pretendo marcar na minha futura visita a Nova Iorque.
Nota mental: Tenho que voltar em força à publicação das fotos. Tenho feito alguns photowalks, nomeadamente o Worldwide Photowalk e ainda não editei absolutamente nada...
Aqui fica um sneak peak do que está pendente!


