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Depois de um conjunto de blogs, depois dos podcasts, uma startup? um novo novo projecto?

Será este, o exemplo mais evidente de "connecting the dots".
Sabe bem, ter feito parte desse percurso, desse processo. Cá estarei para ver o que vai resultar a partir daqui.
Foi o que Karl Pilkington viveu, nesta segunda temporada de "An Idiot Abroad".

Depois das maravilhas do mundo, o Karl Pilkington foi enviado para os mais diversos pontos do planeta, para viver algumas das mais fantásticas experiências.
Confesso que a Route 66 e a ida ao Japão (apesar da alimentação) foram as minhas preferidas.
Aqui fica um sneak peak do que foi segunda temporada.
Não acho normal que isto me tivesse escapado.
A primeira temporada foi fenomenal. Depois das maravilhas do mundo, Karl Pilkington vai fazer algumas das coisas fundamentais antes de morrer.
Aqui fica o habitual trailer...
Ontem, marquei presença num evento realizado na Fundação Champalimaud, "Emergence: Patterns on the Edge of Chaos".

Tinha receio de que fosse algo demasiado científico ou técnico, fora da minha "zona de conforto", mas poder voltar à Fundação Champalimaud era um extra apetecível.

Pois bem, o evento foi surpreendentemente interessante e não desiludiu. Começou com uma demonstração de como uma plateia, "artilhada" de cartões com uma face vermelha e uma face azul, consegue controlar e jogar o Pong.
As 4 apresentações passaram pelos padrões na natureza, as pequenas coisas que definem a "big picture", o paralelo entre as proteínas e as relações humanas e as redes sociais.
Para terminar, Deborah Gordon, da Stanford University trouxe-nos uma apresentação sobre a forma como as formigas funcionam em sociedade e como dividem as suas tarefas para obter recursos e sobreviver.
Deixo-vos com um vídeo, retirado de uma talk realizado em 2003 para a TED, sobre a mesma temática.
Para os interessados, a Fundação Champalimaud vai continuar a organizar este tipo de eventos. Portanto, se quiserem ir, estejam atentos. São eventos gratuitos e todos eles muito interessantes. O próximo, será dedicado à Criatividade.

Obviamente, no dia de hoje, não podia deixar de fazer uma referência à Greve Geral.

Sinceramente, acho que se trata somente de um grupo pequeno de pessoas, que acaba por prejudicar um grupo muito maior de pessoas, com um grave prejuízo para o país.
Também acho irónico, os piquetes que tentam obrigar as pessoas a fazer greve (liberdade de expressão??). Nunca vi esse movimento, para que as pessoas votem ou produzam mais.
Deixava aqui também um apelo aos sindicalistas e funcionários públicos: tentem arranjar alternativas para poupar e produzir mais. Tentem apoiar novos projectos ou novas startups. Criem oportunidades. Não criem novos problemas.
Outra questão...falta de personalização dos contactos e timmings. E neste caso, vou ser muito específico. Falo da ZON. No âmbito do protocolo com o promotor do empreendimento onde comprei a casa, fiquei com a sensação (até pelo feedback que recebi via Twitter), que teria, pelo menos, acesso gratuito aos 4 canais, em vez de optar pela TDT (Televisão Digital Terrestre). Por uma questão de príncipio, achei que não o devia fazer.
Arrisquei e lá mandei um mail e como não tive resposta, arrisquei contactar através da conta Twitter de apoio da ZON.

O resultado foram dois contactos, nos últimos dias dias. No primeiro contacto, na terça-feira, estava no caos do trânsito de Lisboa e não atendi. O contacto foi feito por volta das 19h. Ontem, o segundo contacto, foi realizado por volta das 20h, quando, estava numa cave. A chamada acabou por cair, apesar da minha tentativa em pedir para tentar ligar daí a poucos minutos.
Obviamente, que não houve uma nova tentativa...
Pelo tipo de contacto, pareceu-me que estão a fazê-lo através do contact center (através de script e chamada automáticas através de uma listagem, pré-definida), no âmbito de uma campanha comercial, em que me vão tentar vender-me um pacote da ZON. Esta acção apresenta dois erros graves.
- Referi, de forma muito evidente, no contacto que estabeleci, que só pretendo obter informações relativamente à instalação dos 4 canais, ao abrigo do protocolo do promotor com a ZON.
- O contacto não é personalizado, isto é, ao falhar por duas vezes o contacto, passei novamente para a lista de clientes a contactar e quando a aplicação voltar a passar pelo meu contacto, é que voltarei a ser contactado. Aceitei isso no primeiro contacto. No segundo contacto já não aceito. Torna-se pouco profissional e impessoal.
Devo referir, como termo de comparação, que a relação e os contactos que tenho estabelecido com o MEO, sempre via Twitter, têm sido de uma eficácia apreciável, quer na resposta via telefone, quer no follow up, feito também via Twitter. Ou seja, aquilo que eu peço, é possível ser cumprido, por uma organização, como a ZON.
Uma das coisas que tenho notado nos últimos anos, é um claro e evidente decréscimo de qualidade no atendimento e assistência técnica num conjunto de empresas, nomeadamente nos operadores de TV e comunicações.

Em relação aos operadores de telecomunicações móveis (são mais áreas, mas optei apenas por esta), infelizmente, não vinga a cultura da "troca imediata", como acontece nos EUA, onde se troca um produto, mesmo que seja pela devolução do dinheiro. E não são feitas perguntas.
Verifico que a maior parte das queixas, está relacionada com um produto, que veio com defeito ou com uma avaria, que surgiu somente após o período inicial de 15 dias. Ou seja, o contacto passa a ser com a Assistência Técnica, mesmo que seja, por exemplo, uns phones, do iPhone. Qual é a consequência disto? O cliente é naturalmente incomodado com o problema...tem que entregar o equipamento para reparação...nem sempre recebe equipamento de substituição...e podemos estar a falar de um período de tempo longo, em que o cliente não tem possibilidade de usar o equipamento que comprou.
Por isso deixo a pergunta: Já alguém contabilizou o custo deste processo? Se sim, já o compararam com o custo de fazer troca directa do equipamento?
Fica a questão!
É preciso resistir...mas começa a ser difícil...sobretudo depois do Codebits, em que o meu MacBook (Julho 2007) já se mostrou meio engasgado.

Que opção escolhia? Sem dúvida, a versão de 13 polegadas (por muito tempo, pensei que podia ser a opção de 11 polegadas), de 128GB SSD.
Mas vou ter que aguentar mais algum tempo...isso, ou estão dispostos a contribuir para um fundo? ;)
Já aqui falei anteriormente sobre a desilusão e o custo elevado dos nossos serviços de televisão, fornecidos por operadores como o Meo ou Zon. Na altura também fiz referência em substituir isso com ligação por VPN a serviços norte-americanos.

Na altura, também prometi que ia investigar esse possibilidade...não o fiz entretanto, mas será provável que o faça no futuro, até por uma questão de necessidade.
Na casa onde vivo actualmente, não farei essa alteração, por motivos que aqui não importam explorar. No entanto, na nova casa, posso fazer "reset" e começar o meu processo de adesão ao movimento "Cutting the cord" ou "Cord Cutters".
Primeiro passo: Não contratar serviço de televisão (e neste post, só vou abordar este passo).
Nesta primeiro passo, tenho duas hipóteses. A primeira passa por solicitar a instalação dos 4 canais, no âmbito do protocolo estabelecido entre o promotor do empreendimento e a Zon. Obviamente que a Zon vai tentar algo mais e estou curioso por saber qual é a contra-proposta e se a tal instalação, como eu pedi, tem algum custo associado. A segunda hipótese, passa naturalmente pela instalação da TDT, o que me obriga a comprar uma set-up-box e uma antena, com o benefício de não estar ligado a qualquer operador de serviço de televisão.
Vamos ver como vai correr o processo...o passo seguinte, que se calhar ainda vai demorar, até a escolha de um serviço de Internet, exclusivamente de Internet.
Para "reflexão", deixo dois artigos, do TechCrunch e do GigaOm, que descrevem os diversos passos para proceder ao "Cut the Cord".