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2012

por Phil, em 31.12.11

O blog entra amanhã no seu 5º ano. A brincar, a brincar...já passaram 5 anos. E que 5 anos fantásticos que foram...vá...4 anos...

 

 

Bom Ano Novo

 

 

Obviamente, não podia deixar de fazer um pequeno post de balanço do último ano (acho que há muito tempo que não fazia um post tão pessoal). Eu sei...há a crise, há a troika, há tudo isso...mas na realidade, não posso dizer que tenha sido, a nível pessoal, um ano perfeito.

 

 

É verdade, que foi o ano em que finalmente apostei nos eventos e conferências e que tanto me vieram oferecer, a vários níveis.

 

 

A título profissional, foi também um ano deveras interessante e desafiante. O ano começou logo com uma mudança geográfica (vá, não foi assim tão grande, mas o suficiente para mudar algumas coisas no dia-a-dia) e o resto do ano, ficou marcado por um conjunto de mudanças. Julgo que a esse nível, espero que o ano de 2012 seja mais pacífico e nos permita crescer de forma sustentada.

 

 

Mas por falar em mudanças...há uma mudança que ainda não tive oportunidade de fazer. No final do ano passado tinha estabelecido dois objectivos muito claros para 2011. Um deles, era a nova casa. E consegui-o, numa epopeia que começou logo na primeira semana de Janeiro e terminou no dia 2 de Maio, com a assinatura da escritura. Mas, falta dar o outro passo...

 

 

O outro objectivo? Bom, o outro objectivo é mais profundo, mais complexo...mais pessoal. Eu não sei o que o Universo me preparou...a viagem...essa...tem sido bem mais turbulenta do que as viagens transatlânticas que fiz para Nova Iorque e que tanto me inspiraram. Tenho lido muito por aí, que o próximo ano, será um ano de luta...mas como seria fantástico poder partilhar essa luta, porque juntos...íamos ser mais fortes e mais capazes de superar tudo...mas mesmo tudo. Se fosse preciso, até podíamos voar até à Terra dos Sonhos...onde fica isso? Não sei...passear ao longo da 5ª Avenida ou navegar nas águas tranquilas e exóticas de Halong Bay?

 

 

A todos...um excelente...

 

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publicado às 16:41

The North Canyon

por Phil, em 18.12.11

No âmbito do protocolo entre o promotor do empreendimento onde comprei a casa e a Zon, acabei finalmente por solicitar a instalação e aproveitar a promoção, que me permite ter o serviço gratuito durante dois meses. E já valeu a pena a promoção (afinal, irei cancelar no final desses 2 meses). 

 

 

Curiosamente, acabei por descobrir, dica do José Guimarães, o documentário "The North Canyon", disponível gratuitamente no videoclube da Zon.

 

 

The North Canyon

 

 

Trata-se de um documentário sobre Garrett McNamara, o hawaiano que acabaria, em Novembro de 2011, por surfar a famosa onda gigante de 30 metros. No fundo, este documentário mostra como o Garrett McNamara não desistiu e sendo que, já tinha tentado o feito em Novembro de 2010.

 

 

Deixo-vos com este trailer e com a recomendação para quem tem uma Zon box, com a acesso ao videoclube, para a visualização deste brilhante documentário.

 

 


Link do Vídeo

 

 

Pessoalmente, espero conseguir ir até à Nazaré em Novembro de 2012, para tirar algumas fotos das ondas gigantes. Infelizmente, com tanta promoção que houve à conta da onda de 30 metros, no próximo ano, é provável que haja uma enchente na Nazaré...uma excelente promoção da zona, diria eu.

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publicado às 18:59

Sugestões de Natal

por Phil, em 18.12.11

Em virtude do projecto 25 blogs até ao Natal, o pessoal dos Blogs do Sapo, lançou-me o desafio, para dar algumas sugestões para o Natal que se aproxima. No meu caso, seriam dicas mais tech...vocês conhecem a minha pancada por gadgets.

 

 

Sugestões de Natal

 

 

Vamos a isto então...

 

 

Nyko Zoom

 

 

Começamos pelo Nyko Zoom. Este produto é direccionado para os aficionados do Kinect e da XBox 360. O Nyko Zoom permite reduzir o espaço necessário para jogar através do Kinect em cerca de 40%.

 

 

Site oficial: nyko.com 

 

Loja online: amazon.co.uk

 

Preço: Aprox. 33 euros

 

 

Teclado Targus

 

 

Seque-se um acessório para o iPad. Um dos acessórios que irei destacar. Muitos dos compradores do iPad, fazem-no para substituir o netbook ou para utilizar em vez de um netbook. Por isso, há quem utilize teclados Bluetooth para aproximar ainda mais o iPad e de um pequeno portátil. Podem naturalmente optar pelo teclado Bluetooth da Apple, mas a sugestão que aqui deixo é o teclado Targus.

 

 

Site oficial: targus.com

 

Loja online: fnac.pt 

 

Preço: 39,99 euros (com cartão Fnac)

 

 

 

Amazon Kindle

 

 

O próximo gadget é um dos mais apetecíveis do momento. Falo do Kindle, o e-reader da Amazon. Eu gostaria de destacar o novo Kindle touch, mas o mesmo não estará (pelo menos, para já) disponível em Portugal. De qualquer forma, terei todo o gosto em destacar a versão mais simples e que está disponível em Portugal. É um pequeno gadget, com um ecrã de 6 polegadas, extremamente leve e ao alcance de muitas carteiras. Não vou dizer que é um substituto dos tablets, mas será com certeza, muito mais interessante para a leitura de livros, afinal a sua principal função, com um ecrã em e-ink, absolutamente imbatível quando comparado com um iPad ou até mesmo com um Kindle Fire.

 

 

Site Oficial: amazon.com

 

Loja online: amazon.com

 

Preço: Aprox. 84 euros ($109 - obrigatoriamente a versão sem publicidade)

 

 

 

iCade

 

Segue-se o destaque para o segundo acessório para o iPad. O iCade permite viajar até aos dias de glória do gaming e os jogos de arcada! A iCade integra o seu iPad numa dock arcade autêntica, completa com joystick e botões! Impressione os seus amigos, família e colegas com o design retro e desafie-os para bater os seus high-scores com o acessório para iPad mais divertido e cool de sempre!


 

Para tirarem partido do iCade, devem fazer download da aplicação Atari's Greatest Hits (App Store), para adquirir os jogos que se adequam à iCade.

 

 

Site oficial: ionaudio.com

 

Loja online: fnac.pt

 

Preço: 103,92 euros (com cartão Fnac)


 

 

Sonos Play:3

 

 

O próximo gadget é para quem gosta de música e tem um smartphone Android ou iPhone, para fazer streaming das suas músicas para o Sonos Play:3. Por outro lado, é possível aumentar a gama de equipamentos Sonos que temos em casa e sincronizá-los através da rede sem fios e controlar todos os dispositivos em simultâneo apenas com um toque, através da aplicação Sonos Control para Android e para iPhone.

 

 

Site oficial: sonos.com

 

Loja online: fnac.pt

 

Preço: 299 euros

 

 

GoPro HD

 

 

As pequenas produções, os documentários "pessoais" e os vídeos em alta definição estão cada mais na moda, sobretudo a facilidade de edição que existe nos nossos dias. Mas a GoPro HD, que agora vos apresento é mais conhecida pelos vídeos de desportos radicais, pelo facto, da GoPro disponibilizar um conjunto de acessórios a pensar em desportos como o surf, o BTT ou desportos de montanha. Ainda assim, pelas características que apresenta, a GoPro HD, pode ser uma máquina compacta HD muito interessante, para um conjunto de utilizações que não os desportos que apresentei anteriormente. Portanto, se procuram uma máquina a um preço relativamente acessível para fazer vídeos HD, a GoPro pode ser uma excelente opção, nunca esquecendo que a podem "pendurar", em teoria, em qualquer lugar.

 

 

Site oficial: gopro.com

 

Loja online: fnac.pt

 

Preço: 365 euros

 

 

 

Galaxy Nexus

 

Finalmente, termino esta lista com um smartphone, lançado em Portugal na semana passada, através da Vodafone. Refiro-me ao Galaxy Nexus, o smartphone que pertence à linha de smartphones que tem direito ao branding do Google. Como sabem, sou um fã e adepto incondicional do iPhone, mas gostava de vos dar uma alternativa. Essa alternativa é o Galaxy Nexus. Sem dúvida, o melhor smartphone Android lançado até ao momento e o sem dúvida, o que mais se aproximou do iPhone.

 

 

Para quem ainda não tem iPhone ou quer esperar pela próxima versão do iPhone ou simplesmente não é adepto do univeso Apple e iOS, então o Galaxy Nexus é o caminho a seguir.

 

 

Site oficial: google.pt/nexus

 

Loja online: vodafone.pt

 

Preço: 539,90 euros (preço loja online)

 

 

Com estas sugestões, aqui ficam os meus votos de um feliz e santo Natal.

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publicado às 16:44

Lançamento "Crime na Praia do Zavial"

por Phil, em 16.12.11

Não se esqueçam...o lançamento do "Crime na Praia do Zavial", o livro de estreia da Patrícia Santos, será amanhã às 15h, no Neya Lisboa Hotel, na Rua D. Estefânia.


 

Crime na Praia do Zavial


 

 

Como sabe bem ver os sonhos a acontecer...

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publicado às 23:15

Comboio de Natal 2011 - O dia seguinte

por Phil, em 14.12.11

Foi, sem dúvida, um longo dia. Penoso, difícil...mas como disse nos disse um dos elementos da organização no final...saímos cansados, mas saímos com um sorriso...é no fundo, é isso que conta.

 

 

O Comboio de Natal 2011 é um projecto que vai já na sua 3ª edição e que tem como missão proporcionar uma viagem inesquecível e uma experiência única aos mais pequenos e teve como ponto alto, a visita ao Oceanário de Lisboa.

 

 

Comboio de Natal 2011

 

 

O dia começou bem cedo, com o ponto de encontro marcado às 6:15 da manhã e primeira partida para Setúbal em Entrecampos, já com elementos da organização às 6:45 da manhã. As 150 crianças chegariam às 9:00. No entanto, a minha experiência pessoal foi um pouco diferente.

 

 

Este ano, a equipa de voluntários onde fiquei incluído não teria crianças à sua responsabilidade. Portanto, ficámos mais ligados à logística. Por isso, ainda antes da chegada da crianças (só vi chegar o primeiro grupo), 3 elementos (comigo incluído) partimos de imediato de regresso a Lisboa, para preparar a colocação do painel publicitário dos parceiros, para a chegada das crianças à Estação Roma-Areeiro. À chegada, teriam à sua espera algumas figuras públicas, com o Pedro Lima ou o Nilton. De resto, pelo que sei, o Pedro Lima é padrinho do projecto. As crianças passariam para os autocarros, que seriam liderados por batedores da PSP, directamente até ao Oceanário.

 

 

Bom, mas a ideia era ir "à frente" do comboio para ir preparando o que fosse necessário. O passo seguinte, ainda antes da chegada das crianças a Roma-Areeiro, seria partir em direcção ao Oceanário, para colocar os almoços em posição para os grupos de criança que se iam dividir pela visita ao Oceanário e o almoço. Isso ia obrigar a uma transferência dos almoços, da cozinha do novo restaurante do Oceanário e a copa de apoio às salas onde os miúdos iam almoçar.

 

 

Comboio de Natal 2011

 

 

Seguiu-se a visita, que se resumiu à parte superior do Oceanário e à visita à nova exposição de tartarugas, já no novo espaço do Oceanário. Foi nesta exposição que conheci a Filipa, que se sentiu mal e mereceu a atenção da organização. Por mero acaso, descobri através da jornalista da RTP, que a Filipa estará em destaque no 30 minutos da RTP, em princípio na próxima semana. Por nesta altura, que me lembrei das potenciais histórias e famílias que poderão estar por detrás de cada uma daquelas crianças, com quem partilhámos o dia de ontem. Portanto, será com expectativa que também eu, verei o próximo 30 minutos. Aliás...até tenho algum receio. Depois de ter conhecido um lado...como será o outro lado. Veremos...

 

 

Comboio de Natal 2011

 

 

Comboio de Natal 2011

 

 

Depois da visita ao Oceanário e antes mesmo do regresso para Roma-Areeiro e Setúbal, o Nélson Évora ainda esteve presente e andou pelos autocarros a cumprimentar os miúdos.

 

 

Finalmente, já em Setúbal, o momento em que as 150 crianças receberam as tão esperadas prendas.

 

Comboio de Natal 2011

 

Depois desta descrição, uma palavra para as equipas presentes...da organização, da animação, os voluntários.

 

 

Absolutamente impressionante, a organização e a logística que é necessária para um evento deste género. Não nos podemos esquecer que estamos a falar de um evento direccionado para crianças (sim sim, eu sei que os eventos para pessoas supostamente mais adultas e responsáveis pode ser muito mais complicado), mas ter a ideia que podemos perder alguma criança, faz-me alguma confusão.

 

 

O pessoal da animação, para além da animação, acaba por estar responsável por alguns grupos de crianças. Ainda por cima, as actividades tiveram que ser revistas, porque a faixa etária das crianças, à última hora, baixou consideravelmente.

 

 

Finalmente, os voluntários. Pessoalmente, foi a minha estreia, como voluntário e neste tipo de eventos. Confesso que nunca me senti totalmente confortável. Talvez, por ser mesmo uma estreia e por sentir que nada de grave podia acontecer. Na animação feita em Roma-Areeiro, no regresso a Setúbal, acabámos por ser, por alguns momentos, os seguranças daquelas crianças e todos os olhos estavam atentos a qualquer movimento mais estranho.

 

 

Felizmente correu tudo bem. Foi um dia longo, cansativo...mas voltar ao Oceanário, oferecer um dia diferente àquelas crianças e deixá-los com um sorriso...pode mesmo conseguir arrancar-nos um sorriso no final do dia, mesmo que o final desse dia, fosse logo às 21h.

 

 

Para terminar, deixo-vos com a reportagem da SIC.

 

 


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publicado às 23:29

GoPro

por Phil, em 11.12.11

Já não é de agora, que procuro encontrar uma boa solução para vídeo e apostar nessa vertente, sobretudo para aproveitar toda a qualidade que nos é oferecida pelo HD.

 

 

Volta e meia penso que a D90 poderá ser suficiente...mas depois olho para o iPhone 4 ou 4S (teria que comprar o segundo). Depois penso que aquelas pequenas câmaras que podemos comprar na Pixmania por 180/200 euros será suficiente. Somos surpreendidos pela qualidade de uma Samsung NX100.

 

 

GoPro HD

 

 

Mas depois há a GoPro HD. Basta ver o vídeo que se segue ou os milhares de vídeos espalhados pelo YouTube ou pelo Vimeo, para compreender as capacidades de uma câmara GoPro.

 

 


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publicado às 23:19

Caso ainda houvesse dúvidas...

por Phil, em 11.12.11
Utah State

 

 

Uma equipa de estudantes do Utah State foram até à biblioteca da escola perguntar se os homens e mulheres podem ser simplesmente amigos. O vídeo fala por si...

 

 


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publicado às 17:00

Voluntariado

por Phil, em 09.12.11

Na próxima terça-feira, vou-me estrear como voluntário, na iniciativa "Comboio de Natal 2011".

 

 

Comboio de Natal

 

 

Ainda desconheço os pormenores, uma vez que só fui informado na passada quarta-feira à noite deste facto. Sei que a iniciativa começa em Setúbal e o ponto alto do dia será a visitia ao Oceanário de Lisboa.

 

 

O "Comboio de Natal 2011", destina-se a crianças dos 8 aos 12 anos, é dinamizado pela Fischer+bus e conta com o apoio da Câmara Municipal de Setúbal e da Fertagus, entre outras entidades. A iniciativa vai contar com a presença de 150 crianças.

 

 

A iniciativa de solidariedade social tem como objetivo alertar as crianças para tópicos como a preservação dos mares e oceanos, a poupança e a importância do Natal em família.

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publicado às 04:12

Novo Twitter

por Phil, em 08.12.11

É, sem dúvida, a minha rede social favorita...de longe.

 

 

Twitter

 

 

Hoje, o Twitter lançou oficialmente uma nova versão, que apresenta um novo design na versão Web e passa a destacar dois novos separadores, transversalmente, em todas as aplicações Twitter, os separadores Connect e Discover.

 

 

No separador Connect, o Twitter apresenta-nos quem nos está a seguir ou se alguém fez alguma menção, retweet de um dos nossos tweets.

 

 

No separador Discover, é uma nova stream que nos permite encontra informação relativamente personalizada, de acordo com os nossos interesses, baseado na nossa localização, quem seguimos e o que está acontecer no mundo. Quanto mais utilizamos o Twitter, mas facilmente o Discover nos dará informações que realmente nos interessa. Pelo menos, é assim que o Twitter nos explica como funciona este novo separador.

 

 

Twitter

 

 

As novas versões para iPhone e Android já estão disponíveis. A versão Web ainda está a ser disponibilizada em todo o mundo.




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publicado às 19:29

Stay Hungry. Stay Foolish.

por Phil, em 08.12.11

Esta escolha será um pouco óbvia. Sim, estou a falar do discurso de Steve Jobs em Standford, realizado em 2005.

 

 

Steve Jobs

 

 

Se calhar houve muitos que só tomaram contacto com este discurso, após a sua morte, em Outubro de 2011. No meu caso, não consigo localizar no tempo, quando tomei conhecimento. Sei que não foi em 2005. Foi algum tempo depois, mas fiquei imediamente conquistado pela mensagem que transporta este texto. É um texto que fala por si e que aqui deixo em formato escrito e vídeo.

 

"I am honored to be with you today at your commencement from one of the finest universities in the world. I never graduated from college. Truth be told, this is the closest I’ve ever gotten to a college graduation. Today I want to tell you three stories from my life. That’s it. No big deal. Just three stories.

 

 

The first story is about connecting the dots.

 

 

I dropped out of Reed College after the first 6 months, but then stayed around as a drop-in for another 18 months or so before I really quit. So why did I drop out?

 

 

It started before I was born. My biological mother was a young, unwed college graduate student, and she decided to put me up for adoption. She felt very strongly that I should be adopted by college graduates, so everything was all set for me to be adopted at birth by a lawyer and his wife. Except that when I popped out they decided at the last minute that they really wanted a girl. So my parents, who were on a waiting list, got a call in the middle of the night asking: “We have an unexpected baby boy; do you want him?” They said: “Of course.” My biological mother later found out that my mother had never graduated from college and that my father had never graduated from high school. She refused to sign the final adoption papers. She only relented a few months later when my parents promised that I would someday go to college.

 

 

And 17 years later I did go to college. But I naively chose a college that was almost as expensive as Stanford, and all of my working-class parents’ savings were being spent on my college tuition. After six months, I couldn’t see the value in it. I had no idea what I wanted to do with my life and no idea how college was going to help me figure it out. And here I was spending all of the money my parents had saved their entire life. So I decided to drop out and trust that it would all work out OK. It was pretty scary at the time, but looking back it was one of the best decisions I ever made. The minute I dropped out I could stop taking the required classes that didn’t interest me, and begin dropping in on the ones that looked interesting.

 

 

It wasn’t all romantic. I didn’t have a dorm room, so I slept on the floor in friends’ rooms, I returned coke bottles for the 5¢ deposits to buy food with, and I would walk the 7 miles across town every Sunday night to get one good meal a week at the Hare Krishna temple. I loved it. And much of what I stumbled into by following my curiosity and intuition turned out to be priceless later on. Let me give you one example:

 

 

Reed College at that time offered perhaps the best calligraphy instruction in the country. Throughout the campus every poster, every label on every drawer, was beautifully hand calligraphed. Because I had dropped out and didn’t have to take the normal classes, I decided to take a calligraphy class to learn how to do this. I learned about serif and san serif typefaces, about varying the amount of space between different letter combinations, about what makes great typography great. It was beautiful, historical, artistically subtle in a way that science can’t capture, and I found it fascinating.

 

 

None of this had even a hope of any practical application in my life. But ten years later, when we were designing the first Macintosh computer, it all came back to me. And we designed it all into the Mac. It was the first computer with beautiful typography. If I had never dropped in on that single course in college, the Mac would have never had multiple typefaces or proportionally spaced fonts. And since Windows just copied the Mac, it’s likely that no personal computer would have them. If I had never dropped out, I would have never dropped in on this calligraphy class, and personal computers might not have the wonderful typography that they do. Of course it was impossible to connect the dots looking forward when I was in college. But it was very, very clear looking backwards ten years later.

 

 

Again, you can’t connect the dots looking forward; you can only connect them looking backwards. So you have to trust that the dots will somehow connect in your future. You have to trust in something — your gut, destiny, life, karma, whatever. This approach has never let me down, and it has made all the difference in my life.

 

 

My second story is about love and loss.

 

 

I was lucky — I found what I loved to do early in life. Woz and I started Apple in my parents garage when I was 20. We worked hard, and in 10 years Apple had grown from just the two of us in a garage into a $2 billion company with over 4000 employees. We had just released our finest creation — the Macintosh — a year earlier, and I had just turned 30. And then I got fired. How can you get fired from a company you started? Well, as Apple grew we hired someone who I thought was very talented to run the company with me, and for the first year or so things went well. But then our visions of the future began to diverge and eventually we had a falling out. When we did, our Board of Directors sided with him. So at 30 I was out. And very publicly out. What had been the focus of my entire adult life was gone, and it was devastating.

 

 

I really didn’t know what to do for a few months. I felt that I had let the previous generation of entrepreneurs down – that I had dropped the baton as it was being passed to me. I met with David Packard and Bob Noyce and tried to apologize for screwing up so badly. I was a very public failure, and I even thought about running away from the valley. But something slowly began to dawn on me — I still loved what I did. The turn of events at Apple had not changed that one bit. I had been rejected, but I was still in love. And so I decided to start over.

 

 

I didn’t see it then, but it turned out that getting fired from Apple was the best thing that could have ever happened to me. The heaviness of being successful was replaced by the lightness of being a beginner again, less sure about everything. It freed me to enter one of the most creative periods of my life.

 

 

During the next five years, I started a company named NeXT, another company named Pixar, and fell in love with an amazing woman who would become my wife. Pixar went on to create the worlds first computer animated feature film, Toy Story, and is now the most successful animation studio in the world. In a remarkable turn of events, Apple bought NeXT, I returned to Apple, and the technology we developed at NeXT is at the heart of Apple’s current renaissance. And Laurene and I have a wonderful family together.

 

 

I’m pretty sure none of this would have happened if I hadn’t been fired from Apple. It was awful tasting medicine, but I guess the patient needed it. Sometimes life hits you in the head with a brick. Don’t lose faith. I’m convinced that the only thing that kept me going was that I loved what I did. You’ve got to find what you love. And that is as true for your work as it is for your lovers. Your work is going to fill a large part of your life, and the only way to be truly satisfied is to do what you believe is great work. And the only way to do great work is to love what you do. If you haven’t found it yet, keep looking. Don’t settle. As with all matters of the heart, you’ll know when you find it. And, like any great relationship, it just gets better and better as the years roll on. So keep looking until you find it. Don’t settle.

 

 

My third story is about death.

 

 

When I was 17, I read a quote that went something like: “If you live each day as if it was your last, someday you’ll most certainly be right.” It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself: “If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?” And whenever the answer has been “No” for too many days in a row, I know I need to change something.

 

 

Remembering that I’ll be dead soon is the most important tool I’ve ever encountered to help me make the big choices in life. Because almost everything — all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure – these things just fall away in the face of death, leaving only what is truly important. Remembering that you are going to die is the best way I know to avoid the trap of thinking you have something to lose. You are already naked. There is no reason not to follow your heart.

 

 

About a year ago I was diagnosed with cancer. I had a scan at 7:30 in the morning, and it clearly showed a tumor on my pancreas. I didn’t even know what a pancreas was. The doctors told me this was almost certainly a type of cancer that is incurable, and that I should expect to live no longer than three to six months. My doctor advised me to go home and get my affairs in order, which is doctor’s code for prepare to die. It means to try to tell your kids everything you thought you’d have the next 10 years to tell them in just a few months. It means to make sure everything is buttoned up so that it will be as easy as possible for your family. It means to say your goodbyes.

 

 

I lived with that diagnosis all day. Later that evening I had a biopsy, where they stuck an endoscope down my throat, through my stomach and into my intestines, put a needle into my pancreas and got a few cells from the tumor. I was sedated, but my wife, who was there, told me that when they viewed the cells under a microscope the doctors started crying because it turned out to be a very rare form of pancreatic cancer that is curable with surgery. I had the surgery and I’m fine now.

 

 

This was the closest I’ve been to facing death, and I hope it’s the closest I get for a few more decades. Having lived through it, I can now say this to you with a bit more certainty than when death was a useful but purely intellectual concept:

 

 

No one wants to die. Even people who want to go to heaven don’t want to die to get there. And yet death is the destination we all share. No one has ever escaped it. And that is as it should be, because Death is very likely the single best invention of Life. It is Life’s change agent. It clears out the old to make way for the new. Right now the new is you, but someday not too long from now, you will gradually become the old and be cleared away. Sorry to be so dramatic, but it is quite true.

 

 

Your time is limited, so don’t waste it living someone else’s life. Don’t be trapped by dogma — which is living with the results of other people’s thinking. Don’t let the noise of others’ opinions drown out your own inner voice. And most important, have the courage to follow your heart and intuition. They somehow already know what you truly want to become. Everything else is secondary.

 

 

When I was young, there was an amazing publication called The Whole Earth Catalog, which was one of the bibles of my generation. It was created by a fellow named Stewart Brand not far from here in Menlo Park, and he brought it to life with his poetic touch. This was in the late 1960′s, before personal computers and desktop publishing, so it was all made with typewriters, scissors, and polaroid cameras. It was sort of like Google in paperback form, 35 years before Google came along: it was idealistic, and overflowing with neat tools and great notions.

 

 

Stewart and his team put out several issues of The Whole Earth Catalog, and then when it had run its course, they put out a final issue. It was the mid- 1970s, and I was your age. On the back cover of their final issue was a photograph of an early morning country road, the kind you might find yourself hitchhiking on if you were so adventurous. Beneath it were the words: “Stay Hungry. Stay Foolish.” It was their farewell message as they signed off. Stay Hungry. Stay Foolish. And I have always wished that for myself. And now, as you graduate to begin anew, I wish that for you.

 

 

Stay Hungry. Stay Foolish.

 

 

Thank you all very much."




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publicado às 19:04


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