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Está finalmente publicada no eForum da Vodafone, a minha review do HTC Sensation que aqui tinha prometido há umas semanas.
Não deixem de dar uma vista de olhos na review.
Primeiras Impressões - Unboxing
Performance | Sistema Operativo | Autonomia

É já hoje, o regresso de Mad Men nos EUA. É o regresso da série que trouxe novamente à ribalta, todo o estilo e forma de estar dos anos 60. Eu sei que não é uma daquelas séries unânimes, como a outra série de que vou falar neste post, mas após a 3ª temporada, é impossível não reconhecer valor à série e às personagens intensas que aprendemos a gostar nos últimos anos.
Ah...e o Don Draper, é basicamente o maior...sem escrúpulos, é certo, mas o maior!
A outra série, regressa dia 1 de Abril. Falo do muito aguardado Game of Thrones, série baseada na obra de George R. R. Martin.
Pessoalmente, fiquei muito céptico com esta série. Os primeiros episódios não me conseguiram conquistar totalmente. Ritmo muito lento e acção sem avanços. Felizmente, a segunda metade da temporada acabou mesmo por me conquistar e agora, é obrigatório ver o regresso do Game of Thrones, já no próximo dia 1 de Abril, também nos EUA.
E nem de propósito, encontrei este vídeo no Funny or Die.

Já algum tempo, andava de olho nos novos discos SSD, para instalar no meu MacBook preto de 2007.
E agora, perguntarão vocês, os menos habituados a estas coisas da tecnologia, que raio é isso dos Discos SSD?
Simplificando a explicação, até aqui, os discos rigídos utilizados nos nossos computadores, são ainda baseados numa tecnologia de sistemas magnéticos, com naturais restrições de velocidade, leitura e capacidade. Os novos discos SSD, são baseados em chips e memórias flash. O conceito é simples, imaginem uma placa onde são ligadas várias memórias flash, como aquelas que encontramos em Pens ou até mesmo, nos mais recentes smartphones e tablets, como o iPhone ou o iPad. A vantagem, é que estes discos podem ocupar o espaço fisíco dos antigos discos, ou seja, podem receber mais memória e capacidade à medida que a tecnologia avança. E para todos os efeitos, um computador, por muito pequeno que seja, será sempre maior que um smartphone ou tablet.
A grande restrição, para a massificação destes discos têm sido o elevado preço. Felizmente, com o sucesso do MacBook Air, o volume de vendas dos SSDs aumentou e muito e isso poderá ter contribuído para a ligeira descida dos preços e aos poucos os discos SSD estão mais facilmente ao alcance de todos.
Nesta altura, estarão a questionar, mas afinal, qual é o fascínio desdes discos e qual é a real vantagem. A resposta é simples: Velocidade e capacidade de resposta. Qualquer acção, um clique, passa a ter resposta imediata e sem delays. Sem qualquer comparação com os discos "normais".
Como referi no início, já algum tempo que anda de olho nesses discos, mas o preço foi sempre um factor impeditivo. Mas, nos últimos meses isso mudou. Andei a ver preços, vídeos, questionei o pessoal do Twitter e foi nessa altura que comecei realmente a ponderar comprar um disco SSD para o meu fiel MacBook de 2007. Mas valia mesmo a pena fazê-lo?
Na passada sexta-feira, numa rápida passagem pela iClínica, tive oportunidade de ver o MacBook Pro do João Barbosa, devidamente remodelado com um SSD e no caso dele, com a drive de DVD substituída pelo disco normal e a drive de DVD transformada em drive externa. Ele mostrou-me simplesmente a abertura do Excel, que é uma aplicação relativamente lenta a abrir no Mac. Como diria o Tim Cook...a minha reacção foi mind-blowing. O raio da aplicação abriu instantaneamente. Absolutamente impressionante. Estava convencido.
Acabei por escolher o disco da OCZ Agility SATA III de 120GB. Apesar do MacBook que eu tenho ser apenas SATA, a futura aquisição de uma MacBook Pro poderá permitir a reutilização do disco, já com SATA III, com que vai permitir velocidades ainda mais rápidas das que tenho actualmente.

Feita a formatação e instalação, aqui ficam os benchmarks do disco, num antes e depois e um vídeo com a velocidade do tempo de arranque, que se encontra nos 30 segundos. Mesmo considerando que a máquina foi acabada de ser instalada, é uma diferença brutal para os tempos que estava a fazer, a rondar os 2 minutos.
Para já, da utilização que tenho feito, estou muito satisfeito com o resultado. Pelo menos, fico com a ideia de que consigo uma perfomance semelhante à que tinha quando adquiri o MacBook em Junho de 2007. Ou seja, consigo estender a performance e longevidade do MacBook até à futura aquisição do MacBook Pro.
Depois de tão bons resultados, comecei logo a olhar para o iMac e como seria interessante ver um SSD instalado no iMac de 24 polegadas e ver a drive de DVDs substituída e no fundo, reproduzir aquilo que o João Barbosa fez com o seu MacBook Pro. Nem quero imaginar como seria a performance deste iMac, com um SSD instalado.
Conclusão: No futuro do armazenamento, passará de certeza pelos discos SSD e qualquer máquina actual ou que venha a adquirir terá que receber um disco SSD (e é uma boa forma de recuperar performance em máquinas mais antigas).
UPDATE: Entretanto, recebi uma excelente dica através do Twitter, por causa da activação do TRIM do disco SSD. Supostamente, a instalação de um novo disco SSD, não garante a activação do TRIM (função que permite gerir de forma mais eficaz a eliminação de ficheiros e longevidade do próprio disco), pelo que, terão que utilizar uma aplicação para activar essa função, o TRIM Enabler. Uma aplicação muito simples, que activa a opção e após um reboot, pode ser eliminada.

Na passada sexta-feira, tive oportunidade de passar novamente um serão bem animado, nas companhia bem louca d' Os Improváveis. E mais uma vez não desiludiram...bem pelo contrário.
Este espectáculo contou com a presença da Inês Castel-Branco como convidada e com André Nunes, que estará a substituir o Telmo Ramalho durante os meses de Março e Abril.
Para a próxima semana, o espectáculo contará com a presença do Pedro Tochas, espectáculo já esgotado e já estão disponíveis os bilhetes para a semana seguinte, que contará com a presença da Maria Rueff.
Já agora, uma dica importante...quem quiser ter mais informações e melhor ainda, descontos, pode subscrever a newsletter d' Os Improváveis, disponível em mundoimproviso.com.
E agora, venha de lá, a parte III dos Improváveis.
(Para terminar, ora digam lá, onde é que eu estou na foto?)

Ontem, o líder da bancada socialista, Carlos Zorrinho, comunicou à presidente da Assembleia da República a decisão de cancelar o Projecto de Lei da Cópia Privada, também conhecido como PL118 (ou no twitter, como #PL118).
Portanto, podemos considerar que se trata de um assunto encerrado? A resposta é claramente... NÃO!
O PS acaba por decidir cancelar o PL118, porque percebeu que não teria o apoio do PSD, ou seja, apesar das audições, o PS claramente não estava preocupado com o problema essencial do PL118 - as suas premissas.
O ponto de partida do PL118 é e sempre foi o problema do projecto de lei e tudo indica que teremos no futuro um novo projecto de lei, que será revisto, mas com base nas mesmas premissas, uma vez que o PS nunca quis compreender qual era o verdadeiro problema.
E por isso, não há margem para descansar e todos aqueles que estiveram na linha da frente, para enfrentar o PL118, estarão com certeza, à disposição para enfrentar o próximo Projecto de Lei da Cópia Privada.

Já fui mais adepto da compra de acessórios para o carro. Aliás...eu já dei mais atenção ao carro do que dou hoje. Os problemas que ele me deu com os elevadores das janelas (com os naturais custos associados) e o aumento dos combustíveis tem-me obrigado a estar mais sossegado com o carro (e eu que gosto tanto, mas tanto de conduzir e fazer umas Road Trips).
Outra coisa que tem acontecido com a indústria automóvel em geral, é a passividade com que não consegue acompanhar o desenvolvimento tecnológico que o mundo tem sofrido. Nos dias de hoje, andamos com smartphones, leitores mp3, tablets, etc, e quando entramos num carro, fica-se com a sensação que nada mudou e estamos no século passado (quase literalmente). Como os carros, são produtos de consumo de longa duração, um carro de 2003, como é o caso do meu, está absolutamente desactualizado.
E porque estou a fazer esta introdução? Porque há uns meses que as colunas da frente, começam a sofrer um pouco e terão que ser substituídas. Aproveitei a ida à Worten, para perceber qual é a oferta de colunas e quais os preços praticados. Como o auto-rádio que disponho está embutido na consola central do carro, nunca pensei em substituir, mas o facto de ser somente um leitor de CDs e eu já não usar CDs, ando há muito tempo há procura de um adaptador para iPod/iPhone. Mas um adaptador custará sempre, entre os 80 e os 100 euros.
Como dizia, na visita à Worten, descobri que um par de colunas, poderá ficar por 25/30 euros. Perfeitamente acessível. Mas ao lado estavam, como era esperado, os auto-rádios que são actualmente vendidos. Todos demasiado "pimp my ride" para o meu gosto. Todos eles, sem excepção. Quer dizer...não! Houve um que me chamou a atenção. Falo do App Radio da Pionner.

Rapidamente percebi que o auto-rádio consistia num design absolutamente minimalista, isto é, um auto-rádio com um touch-screen de 6.1 polegadas, que replica algumas das aplicações que temos no iPhone (contactos, calendário, fotos, mapas, etc), para além das funções de telefone, também sincronizadas com o iPhone e as habituais funções nativas num auto-rádio de última geração. Fiquem com um vídeo do Engadget, que explica um pouco melhor, como funciona este auto-rádio.
Agora, resta perceber se valerá a pena. Considerando os pressupostos que indiquei no início do post, sinceramente, acho pouco provável que adquira uma coisa destas. Este equipamento ainda custa cerca de 400 euros. Se eu andasse todos os dias, grandes distâncias de carro, talvez justificasse a compra e se calhar fazia o investimento. Assim, devo ficar-me pelas colunas e eventualmente pelo adaptador, se o conseguir encontrar. Mas seria muito engraçado ter uma brincadeira destas no carro...para mim e eventualmente para os "amiguinhos do alheio".

Apresento-vos o projecto "HiStorYou", uma Editora de Livros Low-Cost, baseada nas plataformas digitais, nomeadamente para a plataforma iOS e que tenta proporcionar oportunidades a novos autores, através da publicação de e-books e baseando todo o modelo de negócio, nos novos mercados digitais, como a iBookstore.
A HiStorYou procura então conciliar as três dimensões/actores do processo, desenvolvendo, por um lado, todos os trabalhos referentes à publicação (design, desenvolvimento técnico, ajustamento a critérios legais e protecção dos direitos de autor dos escritores), bem como à investigação e desenvolvimento de plataformas distintas para a distribuição dos livros nas plataformas digitais. O autor recebe o fee correspondente pelas vendas efectuadas, partilhado com a HiStorYou. O custo/esforço de produção centra-se no início da cadeia de valor, não gerando excedentes de stock e desenvolvimentos posteriores ao lançamento, permitindo uma relação óptima entre os custos de distribuição e o volume de vendas. O risco é, assim, reduzido, e os benefícios absolutamente partilhados pelas partes.

Tomei conhecimento deste projecto, em pleno TEDxCascais, em que os 3 jovens empreendedores, da Escola Secundária de Mem Martins, subiram ao palco para apresentar este projecto e estão por estes dias, a apresentar o projecto na FIL, na Futuralia.

De resto, a primeira obra já está disponível na iBookstore para iPad e é gratuita. Chama-se "Viagem à China" e trata-se de uma descrição na primeira pessoa de uma viagem à China. Uma experiência única, irrepetível em busca da China desconhecida dos que os apenas a vêm na terceira pessoa.

(Nota: julgo que a disponibilidade apenas para iPad, tem a ver com o facto deste livro ter sido desenvolvido através do iBook Author, cujo formato só é compatível com o iPad.)
E porque estou a destacar este projecto? São dois os motivos.
- Sabe muito bem, ver um projecto destes a tomar forma e ver que, ao contrário do que se diz, a nossa juventude e o nosso futuro não está perdido. É preciso é dar oportunidades a quem as merece e que quer fazer acontecer.
- Por outro lado, é bom ver, que 3 jovens de uma escola secundária, tiveram a visão que muitos dos senhores das editoras e publicações de livros, não tiveram (já para não falar dos senhores dos direitos de autor, cuja preocupação está bem patente neste projecto). Repensar o paradigma da publicação de livros e adaptar o seu modelo de negócio aos novos formatos de consumo de conteúdos, neste caso em particular, de livros. É verdade, de que se trata de um novo mercado, mas o sucesso de produtos como o iPad ou o Kindle, mesmo em território português e o encerramento de múltiplas livrarias de pequena dimensão e algumas históricas, provam que, o mercado dos livros não vai mudar...já mudou e está a sofrer uma revolução. Estes 3 miúdos, já perceberam isso. E os senhores da editoras e dos direitos de autor?

A prova que este país está cheio de equívocos. Os processos de implementação da televisão terrestre digital e de alteração da medição de audiências televisivas são prova disso.
Todos os dias, oiço ou leio de problemas recorrentes na TDT. Ainda ontem, uma amiga minha, se queixava que o serviço deixa de funcionar, com uma facilidade preocupante. Nem de propósito, a set-up-box que ela comprou, consegue fazer a leitura de conteúdos a partir de dispositivos USB.

Referei apenas um exemplo...mas quantos exemplos não existem por aí, que confirmam que o processo de implementação da TDT foi um erro grave e que poderá ter consequências, na forma como os portugueses, que não têm serviço pago de televisão, consomem conteúdos televisivos.
Paralelamente, as alterações nas medições das audiências em Portugal, tem-se revelado uma verdadeira fraude. Desde períodos de tempo em que a RTP não tem qualquer registo de audiência, até ao facto da TPA, a televisão angolana, presente nos serviços pagos de televisão, ter ficado há dias, no topo das audiências na zona do Algarve.
Como vem sendo habitual em Portugal, não há responsabilização e não há consequências para erros destes. Entidades como a Anacom ou a ERC continuam na sombra da incompetência e ausência de acções concretas, que cumpram os objectivos de quem se propoe a cumprir um verdadeiro serviço público. Quando as entidades reguladoras não o fazem, então não podemos esperar muito mais daqueles que são regulados.

Em bom rigor, para Portugal, o dia iPad será daqui a uma semana, no dia 23 de Março (já pensavam que eu não falaria do novo iPad?).
De qualquer forma, por esta hora, os países ásiaticos e do Pacífico já começaram a vender oficialmente o novo iPad, em que se destaca, o novo ecrã.
Com a aquisição do iPad original, percebi que o iPad não é, efectivamente, um dispositivo que se adapte ao meu perfil, e por isso, acabarei por dar prioridade a um novo portátil. O que não quer dizer que não compre um novo iPad no futuro. Mas até pode ser outro modelo, que não o modelo que começa hoje a ser vendido.
Deixo-vos com a review do fantástico The Verge, que tenta, da melhor forma possível, mostrar o novo ecrã do iPad.

Quase 3 anos há espera do seu lançamento. Acabei por comprar um iMac de 24 polegadas, na expectativa de o poder jogar daí a uns meses. Está finalmente confirmado para o dia 15 de Maio, o lançamento do muito aguardado Diablo III.
Apesar da Blizzard disponibilizar a pré-venda da cópia digital, para o mercado português, a aquisição de uma cópia física, através da Amazon inglesa, continua a ser a opção mais económica. Já está encomendado.
Para quem tem o Annual Pass do World of Warcraft, o Diablo III será gratuito.