Vamos lá mudar o tom do blog.
Como é de conhecimento geral, a zona de Nova Iorque e não só, sofreu os efeitos de uma tempestade de neve, sendo que, em certas zonas, a neve atingiu mais de 70cms de altura.
Nós sabemos que neva habitualmente em Nova Iorque, mas raramente chega ao nível a que chegou no passado fim de semana. Podem confirmar através das imagens da CNN. Como é estranho ver a cidade neste estado.
Infelizmente, havia um vídeo que eu tinha imenso prazer em mostrar, mas infelizmente, não o encontro no site da CNN e que mostrava o percurso da colaboradora da CNN (do programa iReport), de casa até às instalações da CNN, em Columbus Circle. Impressionante como Nova Iorque, parecia uma cidade fantasma e silenciosa, naquelas imagens capturadas através de telemóvel.
Ainda não consigo pronunciar Eyjafjallajökull, mas o vulcão do momento, para além do caos que provocou na Europa, tem oferecido imagens absolutamente espectaculares e o The Big Picture tem mostrado algumas.
(Foto: Lucas Jackson - Reuters)
(Foto: Lucas Jackson - Reuters)
Dá mesmo vontade de ir à Islândia já amanhã!
E citando @Veronica Belmont no Twitter: This whole volcano thing is just an elaborate hoax by the Icelandic people so they can watch the whole world try to say "Eyjafjallajökull."
Nem de propósito...ainda hoje, procurava na web, um sítio em que fosse possível confirmar, como raio se pronuncia Eyjafjallajökull.
Aqui está a resposta...com jornalistas a ajudar (not)!
Via BuzzFeed.
Ah...e continuo sem perceber, como raio se pronuncia Eyjafjallajökull e o Copy/Paste tem dado um jeitaço!
O vulcão Eyjafjallajökull (diga lá outra vez?) na Islândia está a mostrar a sua força e o espaço aéreo europeu está a entrar em colapso e só passou um dia. Dizem os especialistas que na última vez que este vulcão entrou em erupção, foi durante um período de 2 anos (acabei de ouvir esta informação na CNN). Há ainda o risco de um outro vulcão "irmão" possa também entrar em erupção.
(Foto: Big Picture)
Este evento é mais uma demonstração da forma como o planeta tem andado geologicamente activo. Constantes sismos com elevados registos no escala Richter, agora uma erupção de grandes dimensões. Será que chegamos a 2012?
Nota Mental: Tenho que voltar ao Oceanário de Lisboa...se possível, eventualmente, depois de comprar a Nikon D90, cuja aquisição, já ando a ponderar...
Curiosamente, este filme foi feito com uma Canon 5DMKII e uma lente 28-135mm.
(Via Boing Boing)
Ontem, através do espaço da net do "À noite as Notícias", descobri o vídeo que se segue. É da autoria de Luís Quinta, um fotografo já com créditos em Portugal e com este vídeo prova que temos um país e tanto, às vezes tão mal tratado e pouco valorizado.
Impressionante, não é??
Ou muito me engano, ou Galp tirou um valente coelho da cartola com esta ideia do GalpShare...para dar mais força ao movimento, a Galp criou a iniciativa "Quem leva o Markl?", que passará por seleccionar alguém que terá a felicidade de transportar o Markl desde o Cais do Sodré até à RTP no próximo dia 8 de Abril. Só tenho pena que seja apenas no dia 8...desconfio que cada viagem daria origem a muitos e muitos textos para as rúbricas do Markl.
Claro...tínhamos que ter vídeo...ei-lo!!
Para mais informações, como referiu o próprio, pode consultar o blog "Quem Leva o Markl?"
Eu sei que a viagem a Nova Iorque já terminou, praticamente há uma semana, mas ainda ficou muito por escrever e discutir.
Pessoalmente, acho que os americanos estão a viver num espécie de bolha, prestes a rebentar e terão que reajustar alguns hábitos para que a bolha não estoire de vez.
Neste post, vamos concentrar-nos só nos combustíveis e no mercado automóvel.
Até ir para os Estados Unidos tive a sensação, que chegaria a um país que estaria num momento de transição para os híbridos e/ou automóveis com menor dimensão e cujas características permitam menor consumo de combustíveis.
Pois bem...apesar da moda, vê-se tantos híbridos como em Portugal...arriscava dizer que ainda se vê menos. Mesmo assim, foi positivo ver alguns Honda Jazz nas ruas e um ou outro Smart...mas vamos lá acabar com os mitos.

A construção de híbridos é cara e sobretudo altamente poluente e os modelos actuais só garantem real poupança no consumo, em ambiente citadino. Os Smarts, são conhecidos por serem automóveis com consumos elevados, apesar da comercialização de 2 modelos híbridos nos EUA. De qualquer forma, estamos muito longe de ver uma real transição no tipo de automóveis que os americanos conduzem. Actualmente ainda encontramos todas as banheiras a que estamos habituados. Está lá tudo...Sedans, Crossovers, SUVs, Jeeps...e todos a gasolina...e com consumos rídiculamente altos...

(Imagem do New York Times)
Deixo a questão no ar...Será a Vespa a verdadeira transição? Não vi muitas, é certo! Aliás, não vi praticamente motas, durante os 15 dias de permanência nos EUA. Vi uma ou outra Vespa estacionada, mas a Vespa tem algo que se calhar os automóveis que enumerei, não tem...a componente de culto que já tem algumas dezenas de anos e é o transporte individual por excelência e é sem dúvida uma marca que define um estilo de vida.
A TSF dá hoje destaque ao aumento de quota de mercado das Vespas nos Estados Unidos, sobretudo nas grandes cidades como Nova Iorque. Mesmo o "The New York Times", fez uma análise destas máquinas de culto e como poderão resultar...em Nova Iorque.
Os responsáveis da marca nos EUA referem que houve um incremento no mercado de 105% e parece-me evidente que os americanos serão obrigados, de uma forma ou de outra, a mudar alguns hábitos. Serão os EUA, o próximo reino das Vespas?
Já agora, por curiosidade, o automóvel que me transportou diariamente de casa até à estação do comboio Penn Station em Newark, era um Ford Edge, um dos mais recentes Crossovers da Ford.

Sim, é uma besta consumidora de combustível, mas é um automóvel bastante confortável em que se destacam os vidros panorâmicos no tojadilho.
Ainda uma palavra para as mudanças automáticas...não conduzi nenhum, mas acho que fiquei fan...mas como ando de costas viradas para os automóveis...
Ainda uma última nota...como sabem, os americanos utilizam unidades de medida diferentes das nossas. No caso dos combustíveis, utilizam o Gallon, o que equivale aproxidamente a 3,79 litros. Considerando que o 1 Gallon custa actualmente, cerca de $ 3,85 (é um valor intermédio, considerando as subidas e descidas), por litro, os americanos pagam cerca de 1 dólar por cada litro que abastecem...ainda se queixam eles que os combustíveis estão caros.
Não, não vou falar da possibilidade do Google poder ser o verdadeiro Big Brother...estou a falar da poupança de energia e da moda instituída dos fundos pretos nas páginas web.
Sempre achei essa história um mito e que me deixava literalmente de olhos em bico, tal é o efeito das letrinhas brancas sobre o fundo preto. De qualquer forma, sempre achei que essa história estava muito mal contada.
Depois de ver mais um episódio do DL.TV, decidi fazer alguma pesquisa, confirmando aquilo que tinha sido dito no episódio em causa.
Portanto, meus amigos, vamos acabar aqui com o mito...
Considerando que já existe uma percentagem elevada de monitores LCD, os fundos pretos NÃO PERMITEM A POUPANÇA DE ENERGIA.
Isso será válido para os poucos CRTs (os monitores mais antigos) que ainda existem e para os plasmas e novos monitores "backlit" e OLED. De facto, nesses casos, os fundos pretos fazem poupança efectiva de energia. Actualmente, a maioria dos nossos monitores e TVs têm tecnologia LCD e nesse caso, é indiferente ter um fundo branco ou preto, o consumo de energia é semelhante.
De resto, o Google já teve oportunidade de responder à iniciativa criada pelo Blackle, o Black Google. O Google concorda com o espírito da iniciativa (é de facto positivo ver este espírito, mesmo sem resultados efectivos), mas garante que os fundos pretos podem não ter o efeito desejado. Para o comprovar, o Google recorreu a um estudo que comprova precisamente o contrário, e que a utlização do Blackle provocou um aumento do consumo dos monitores testados.
E pronto, espero ter esclarecido esta questão...os meus olhos agradecem...
Com o aumento do preços dos combustíveis e com o aumento gradual dos custos com a energia, seja electricidade ou gás, os consumidores são obrigados a procurar alternativas. Por um lado, numa tentativa de obter poupança nos custos fixos no orçamento mensal, mas também passa por ter comportamentos que favorecem o ambiente.
O caso mais flagrante é o do aproveitamento da energia solar, um aproveitamento que surpreendemente não é feito pelas empresas, embora existam excepções, como veremos mais à frente.

Neste caso, vamos falar da instalação feita pelo Loyd Case, um "tech expert" da rede PC Mag. Aproveitando o facto de viver num vivenda cujo o telhado permitia a instalação de painéis solares.
Todas as informações sobre esta instalação estão disponíveis num artigo publicado no site ExtremeTech.com.
Uma das empresas que mais cedo apostou nesta tecnologia foi Google, que preencheu quase na totalidade, os telhados do seu campus, como comprova a fotografia.

Desta forma, a empresa de Mountain View, consegue reduzir drasticamente os custos enérgicos e contribui para instituir um cultura ambiental na nível empresarial.
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