Já alguma vez olharam para as peças que compraram do Ikea e imaginaram como ficariam se fossem personalizadas de alguma forma, em contraste com o minimalismo que algumas das peças apresentam?

O objectivo do Mykea é precisamente esse, isto é, pegar numa ideia original sua ou não (eles aceitam mais ideias, para quem desejar contribuir) e personalizar um móvel que já comprou ou vai comprar no Ikea.
É, sem dúvida, um conceito engraçado, mas que pode ficar caro, para descobrir em thisismykea.com. Depois não digam que não avisei!
Ando mesmo distraído. Como raio tenho andado a perder estes desenhos (retratos?) da Patrícia Furtado. Absolutamente fantásticos!
Para descobrir diariamente em patriciafurtado.posterous.com.
Pura coincidência, recomendo esta música do Johny Cash como banda sonora (acho que combina muito bem). Uma dica, via Facebook da Rita Roque!
Hoje, tive oportunidade de ver os dois documentários do momento, da autoria de Gary Hustwit, que recomendo vivamente, sobretudo, para quem gosta de design e fontes.
O primeiro que tive oportunidade de ver, foi o "Helvetica", um documentário totalmente dedicado ao conhecido tipo de letra. O documentário passa pela história do tipo de letra, como foi criado, porque cria tanta empatia e simultaneamente, tanto ódio, junto dos designers?

Eu tinha ideia que o Helvetica era muito utilizado...não tinha a ideia que era utilizado de forma tão monstruosa, como é demonstrado no documentário. Está literalmente em todo o lado...
Depois, passei para o "Objectified", um documentário dedicado ao Design Industrial e à forma com nos relacionamos com os objectos que nos rodeiam e como a sua criação pode mostrar tanto sobre os seus criadores e as marcas que os vendem.

Obviamente, que se destaca, no documentário, a presença rara de um elemento fundamental no design dos produtos da Apple...falo de Jonathan Ive, responsável pelo Design dos produtos vindos de Cupertino.
Aqui fica esse excerto...
...passasse por vocês um daqueles automóveis míticos das séries e filmes dos anos 80?



Via Designlenta
Sim...continuamos no passado, mas agora vamos viajar até à Suécia e recuar até 1965...
Segundo rezam algumas crónicas, o catálogo do IKEA é a publicação com mais impressões do mundo a seguir à...Bíblia...pelo menos, foi assim, que o BuzzFeed nos apresentou o Catálogo de 1965 do IKEA...
Vamos lá ver como era o estilo do IKEA em 1965... (digam lá se não tem qualquer coisa de...ABBA!)

Neste blog, podem descobrir mais imagens deste catálogo...
A marca Apple é sinónimo de Design. Pelo menos foi este o esterótipo criado em torno da marca da maçã.
Mas, também a Apple tem recebido influências externas, muito explícitas nas mais recentes keynotes do Steve Jobs....mas não só...
Por exemplo, na apresentação do Macbook Air, a Apple trouxe para a ribalta o famoso "Manila Folder", no terras lusas, conhecido como periquito (não me perguntem porquê), quando Steve Jobs, mostra o Macbook Air pela primeiras vez público, retira-o de um "manila folder", demonstrado que o Macbook Air é de facto uma peça única de design e uma meta atingida em termos tecnológicos, considerando as suas reduzidas dimensões. De resto, esta peça foi usada no spot do Macbook Air.
Na keynote do Steve Jobs do passado dia 9 de Junho, o CEO da Apple recorreu a um banco de 3 pernas para demonstrar as 3 plataformas mais importantes neste momento para a Apple. Os Macs, o iPhone e claro, a música, através da linha de iPods e a iTunes Store.

Mas também esse banco de 3 pernas tem uma história. Foi criado em 1932 pelo designer finlandês Alvar Aalto para a empresa Artek e acabou por se tornar numa referência no design de mobiliário.
Mas também nos seus próprios produtos, a Apple recebe influências externas. O Gizmodo, recentemente lançou uma comparação interessante (lançando um enorme hype na blogosfera), entre os produtos da Braun dos anos 60 e os actuais produtos da Apple e não deixa de parecer interessante as semelhanças entre os produtos das duas companhias, separados por 4 décadas.

Muitos poderão criticar esta forma da Apple reinventar o design dos seus produtos. Pessoalmente, acho que não passa disso...reinventar e se possível inovar, revolucionar, dar o passo em frente e parece-me que a Apple consegue-o de forma brilhante.
Se o rádio da Braun era mais uma peça de electrónica, com um design inovador, o iPod trouxe-nos a Quick Wheel e uma revolução na forma como obtemos e ouvimos música ou conteúdos multimédia.
E de uma forma ou de outra, somos influenciados por tudo o que nos rodeia e a Apple não é excepção. No entanto, a Apple consegue dar o "seu toque", criando produtos únicos e inovadores, adicionando o seu software cujo interface tem créditos firmados.
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