Foi o que Karl Pilkington viveu, nesta segunda temporada de "An Idiot Abroad".

Depois das maravilhas do mundo, o Karl Pilkington foi enviado para os mais diversos pontos do planeta, para viver algumas das mais fantásticas experiências.
Confesso que a Route 66 e a ida ao Japão (apesar da alimentação) foram as minhas preferidas.
Aqui fica um sneak peak do que foi segunda temporada.
Não acho normal que isto me tivesse escapado.
A primeira temporada foi fenomenal. Depois das maravilhas do mundo, Karl Pilkington vai fazer algumas das coisas fundamentais antes de morrer.
Aqui fica o habitual trailer...
Já aqui falei anteriormente sobre a desilusão e o custo elevado dos nossos serviços de televisão, fornecidos por operadores como o Meo ou Zon. Na altura também fiz referência em substituir isso com ligação por VPN a serviços norte-americanos.

Na altura, também prometi que ia investigar esse possibilidade...não o fiz entretanto, mas será provável que o faça no futuro, até por uma questão de necessidade.
Na casa onde vivo actualmente, não farei essa alteração, por motivos que aqui não importam explorar. No entanto, na nova casa, posso fazer "reset" e começar o meu processo de adesão ao movimento "Cutting the cord" ou "Cord Cutters".
Primeiro passo: Não contratar serviço de televisão (e neste post, só vou abordar este passo).
Nesta primeiro passo, tenho duas hipóteses. A primeira passa por solicitar a instalação dos 4 canais, no âmbito do protocolo estabelecido entre o promotor do empreendimento e a Zon. Obviamente que a Zon vai tentar algo mais e estou curioso por saber qual é a contra-proposta e se a tal instalação, como eu pedi, tem algum custo associado. A segunda hipótese, passa naturalmente pela instalação da TDT, o que me obriga a comprar uma set-up-box e uma antena, com o benefício de não estar ligado a qualquer operador de serviço de televisão.
Vamos ver como vai correr o processo...o passo seguinte, que se calhar ainda vai demorar, até a escolha de um serviço de Internet, exclusivamente de Internet.
Para "reflexão", deixo dois artigos, do TechCrunch e do GigaOm, que descrevem os diversos passos para proceder ao "Cut the Cord".

E como eu ando a falhar o meu momento Zen do dia, que era assistir ao programa do Conan da noite anterior...mas este momento, é mais um momento priceless, feito com base no já famoso vídeo dos velhotes a fazer caretas para uma webcam.
"Prepare for the worst, hope for the best"
Esta foi uma das frases que mais ouvi nos últimos dias e considerando todas as previsões, era mesmo a melhor postura. Depois do Katrina e depois do sismo da semana passada, não havia outra hipótese e as autoridades tiveram o melhor comportamento possível. Toda a prevenção posta em marcha, pode ter feito toda a diferença e podem ter evitado mais estragos ou vítimas em zonas urbanas (apesar das críticas a nível político que já começaram a surgir).

Já as televisões...
Sinceramente, o maior erro das televisões foi ter concentrado a toda sua atenção em Nova Iorque...mas pior do que isso, foi a forma como se mostraram surpreendidos, quando perceberam que pouco ou nada ia acontecer em Nova Iorque...concentraram-se também em Atlantic City e Long Beach, respectivamente as zonas costeiras de New Jersey e Nova Iorque e já nessas zonas, a situação não estava fácil.
O que se verificou mais tarde, é que as zonas interiores do estado de New Jersey viveram momentos complicados e depois do Irene ter passado por Nova Iorque, em Vermont, os estragos são mais do que evidentes. A estes estragos, temos que acrescentar os estados da Virginia e as Carolinas.
Ou seja, o furacão Irene fez estragos, muitos estragos e alguns mortos (ainda há muitos milhões sem luz)...no entanto, passa a ideia que as televisões mais uma vez, não se conseguiram controlar no hype.
Pessoalmente, eu prefiro assim..."over-hyped". Como sabemos, na cultura americana, as televisões têm uma forte influência no comportamento dos americanos e provavelmente, todas as mensagens de prevenção podem ter tido maior eficácia, por causa desta quase loucura de pré-desgraça em que entram as televisões. "Prepare for the worst, hope for the best" no seu melhor. O problema é mesmo durante o acontecimento e a sua cobertura em directo, em que os repórteres não conseguem esconder em directo, a sua profunda desilusão pelo que não está a acontecer e qualquer acontecimento de menor importância é anunciado como uma profunda desgraça. Prova disso foi o momento em que as águas do rios Hudson e East invadiram Manhattan de forma dramática numa distância de...10 metros...vá...20 metros na distância máxima e cuja altura não passou dos joelhos...mas os repórteres faziam questão de dramatizar a coisa.
Um dia depois e já se percebeu que toda a crítica está a bater nos maiores canais, na CNN, CNBC e Fox e até há espaço para críticas positivas para um canal local como o NY1.
Ontem, o National Geographic transmitiu a série completa de 6 episódios do documentário "Apocalypse - The Seconde World War" e perguntarão o que terá esta serie que as outras não têm?

Está em HD (sim, tenho este vício da alta definição) e apresenta um conjunto de imagens, que me parecem inéditas ou nunca antes mostradas...a grande maioria até são a cores, que dá um outro sentido de proximidade entre o mundo de que vivemos e a 2ª Guerra Mundial.
De resto, ao olhar para alguns daqueles episódios, absolutamente cruéis e dramáticos, quase que nos obriga a fazer um reflexão daquele mundo, dominado pelo racismo, pela corrida nuclear, pela guerra fria que se seguiu e o mundo actual que se encontra numa espécie de fase pré-colapso económico, em que os acontecimentos de 2008, foram só e apenas uma espécie de teaser para aquilo que aí vem em 2012 e 2013.
Portanto já sabem, tentem apontar a vossa box para gravar as repetições no National Geographic e se vos escapar, podem sempre tentar o YouTube ou outro tipo de fontes.
Já algum tempo que tinha curiosidade em relação a este programa, sobretudo, por causa das passagens de um dos autores, Seth Green pelo Conan O'Brien.

O conceito é simples...fazer humor com action-figures, utilizando o stop-motion para as animar.
O resultado é mais ou menos este, que podem conferir no vídeo que se segue.
Esta é, sem dúvida, uma série ridiculamente genial.
Há muitos anos que oiço falar de interactividade na TV e a forma como o utilizador podia melhorar e optimizar a sua experiência, enquanto assiste aos seus programas favoritos.

Ora bem, depois de muitos projectos falhados, inclusivamente a box GoogleTV, apresentado no ano passado, subtilmente o Twitter tem-se mostrado como a melhor experiência interactiva, enquanto assistimos a programas de TV, a séries de TV, discutindo-se online o que acharam o episódio da semana ou quando se assiste a grandes eventos mediáticos como o casamento real.
O vídeo que se segue prova isso mesmo.
Olhando para as redes sociais, dá para perceber que o "Último a Sair" foi um tremendo sucesso! Porque teve audiências? Se calhar não, mas porque é o tema de conversa da rede...toda a gente fala do programa...uns porque pensam que o programa é efectivamente um reality-show, o primeiro produzido pela RTP e não sendo um reality-show a sério, colocam em causa a sua produção, porque a RTP é paga pelos contribuintes e deve prestar de forma eficaz o serviço público de televisão.

É verdade que o humor vindo da equipa que acompanha o Bruno Nogueira não é e não será um humor fácil e para as massas. Infelizmente diria...o humor deve ser para todos...mas não vejo o mesmo nível de críticas para os programas que nos chegam da BBC e muitos deles, eventualmente, de qualidade duvidosa e tal como a RTP, também a BBC deve prestar um serviço público de qualidade.
Se a RTP não cumpre a sua missão, não será com certeza, por causa de programas como o "Último a Sair", mas pela ausência de outro tipo de programas na sua grelha.
De resto, os canais privados queixam-se de concorrência desleal, mas ultimamente, é possível verificar que são os canais privados a ir atrás da RTP, sobretudo quando consegue programas de sucesso.
Uma coisa é certa...a confusão está lançada e toda a gente falará do programa nos próximos dias...não tenho dúvidas que estão lançado o buzz...
Estou muito curioso com este programa, que estreia hoje mesmo na RTP1.

Trata-se de uma série de ficção de 13 semanas, cujo conceito se baseia em reality shows e a cada semana será "expulso" um actor, até se definir um vencedor no último episódio. Os autores desta sátira são Bruno Nogueira, Frederico Pombares e João Quadros.
Já disse que estou muito curioso??
Estreou, na semana passada na RTP2, o programa "Portugueses sem Fronteiras", um programa da autoria da Laurinda Alves, que andou pelo mundo a entrevistar alguns portugueses com carreiras de sucesso no estrangeiro.

O conceito do programa é um pouco diferente de um outro programa que passou na RTP1, o "Portugueses no Mundo". Depois de ver a estreia do "Portugueses sem Fronteiras", notou-se claramente uma diferença de estilos, na fotografia, montagem e ritmo. Este programa concentra-se na carreira dos protagonistas no país ou cidade em que residem. O "Portugueses no Mundo" dava a sua perspectiva da cidade ou país onde vivem. Pessoalmente prefiro o estilo de montagem e ritmo do "Portugueses no Mundo", mas por outro lado, agrada-me mais o estilo mais intimista e pessoal do "Portugueses sem Fronteiras".
De qualquer forma, já havia uma ligação prévia com o programa da Laurinda Alves, uma vez que, através do seu blog, foi possível acompanhar as gravações do programa, deixando-me com imensa curiosidade com o resultado final.
Já agora, para quem perdeu, o episódio pode ser visto no Vimeo ou aqui mesmo...já de seguida...
Portugal, acordou ontem com a notícia que os Homens da Luta tinham ganho o Festival da Canção 2011 e estarão presentes na semi-final que se vai realizar na Alemanha (isto é cada coincidência).

Mal ou bem, estamos todos a falar do Festival da Canção e com certeza que todos vocês estarão com vontade de assistir à final.
Infelizmente, parece que em Portugal, o conceito e a ideia "Homens da Luta" ainda não foi apreendido por todos, talvez porque se trata de um fenómeno que vem da TV por cabo e é consumido por faixas etárias mais jovens.
Ainda assim, a simples presença dos Homens da Luta no leque de opções do Festival, terá com certeza, aumentado e muito o interesse do evento. Por mim, falo...votaria nos Homens na Luta, sem ver, sequer, a sua prestação. A organização, provavelmente, sem saber muito bem quem eram estes rapazes, terá pensado a dada altura..."vamos lá ver como estes se enterram". Infelizmente, os abutres de sempre enganaram-se e o povo, fez ouvir a sua voz e os Homens da Luta, ganharam o Festival, algo que eu próprio achava improvável, apesar de o desejar. De resto, acho que nem os próprios acreditavam nessa possibilidade, mas teriam os seu tempo de antena.
O argumento que ouvi e li inicialmente foi: "Como foi possível aquela música ter ganho?"
Eu coloco outra questão: "Se não fosse a votação do público, que raio de música ia representar Portugal? Nuno Norte? Porquê?"
Nos dias que correm, iniciativas como os Homens da Luta, têm imensa força. Se havia dúvidas, a vitória de sábado prova-o. A ideia revolucionária, de combater tudo e todos, defendida pelos Homens da Luta, é do agrado de muitos. Os mais atentos, já terão verificado que os Homens da Luta, são visualmente e esteticamente de esquerda, mas com ideais que estão muito longe de ser de esquerda. Por outro lado, a tal estética esquerdista é uma afronta à direita. Portanto, perante os Homens da Luta, ninguém fica impune...
O que ganhou no passado sábado, não foi uma música...foi o humor, foi uma ideia revolucionária, tal como aconteceu nos anos 70, com a música de intervenção (o povo tem memória curta). Os tais que na altura, tentavam fazer o que fazem os Homens da Luta e hoje se sentam nas primeiras filas de um festival com ar altivo e arrogante.
Agora, se me perguntarem se o número resultará na Alemanha, perante uma audiência europeia? Se a música levar um refresh linguístico, um milagre poderá estar prestes a acontecer, mas receio que não será isso que acontecerá. Se a nossa imagem será afectada? Claro que não...para o ano, já ninguém se vai lembrar deste episódio.
Sim, o pessoal do Top Gear está de volta...
O trailer promete, mas este primeiro programa especial de Natal, tem uma passagem épica por Nova Iorque, gravado precisamente na altura em que lá estive (pelos registos na web, o dia do desafio terá sido gravado no dia 19 de Setembro)...que sensação tão estranha! E meus amigos, como é bom ver Nova Iorque através das lentes do pessoal do Top Gear!
Já agora, uma última nota para os fãs do programa. O piloto que vestia o fato de Stig foi despedido, uma vez que este revelava na sua autobiografia que era o Stig, não respeitando a regra nº1 do piloto que vestir aquele fato: Revelar a sua identidade. Os rumores eram recorrentes e antigos, mas estavam correctos e o Stig, ou para ser mais rigoroso, The Stig, era mesmo o piloto Ben Collins. Já no passado Perry McCarthy tinha confirmado na sua autobiografia que era o piloto que conduzia os automóveis do Top Gear e ficou rapidamente sem o seu lugar.
Provavelmente, no próximo domingo, vamos ficar a conhecer o novo piloto de testes.
Este é o primeiro de um conjunto de posts, que conto fazer ao longo do tempo, com algumas dicas que ficaram por publicar, enquanto estive em Nova Iorque.
Começo com o tour pelos estúdios da NBC, em pleno Rockefeller Center. Para além da visita obrigatória ao "Top of the Rock" ao Observation Deck, com a fabulosa vista da ilha de Manhattan, também é possível fazer uma visita a alguns estúdios da NBC.
Aqui fica um vídeo que resume e bem a visita que poderão fazer.
Recomendo que comprem os bilhetes através do site da NBC, uma vez que a tendência é não terem acesso ao tour, no momento em que chegam. Assim, garantem que têm lugar no dia e hora que pretendem. A visita começa e acaba na NBC Experience Store.
Aconselho que tentem fazer o tour ao final da manhã ou logo a seguir ao almoço...sobretudo se forem fãs do Jimmy Fallon. A minha visita começou às 15h e já não tivemos acesso ao estúdio do Jimmy Fallon. Esqueci-me de questionar, mas das duas uma...por cada tour só visitamos dois estúdios de cada vez ou o programa do Jimmy Fallon já estava a ser ensaiado/gravado.
Do conjunto apresentado no vídeo, a visita consistiu somente na visita aos estúdios do Football Night e do Saturday Night Live.
E por falar em Saturday Night Live...aqui está a estreia na nova temporada, no passado sábado, que já dá que falar, por causa da presença da Katy Perry.
Argh...eu estive ali...tão próximo daquele estúdio!
No próximo domingo, começa uma nova série na HBO, que me tem deixado com alguma curiosidade, nem que seja pelo destaque tem tido nos billboards de Times Square.

Estou a falar de Boardwalk Empire, a última criação de Martin Scorcese e que nos mostra a Atlantic City dos anos 20, abordando a história de Nucky Thompson, uma pessoa influência da cidade que não fica assim tão longe do local onde me encontro neste momento e que foi alguém que viveu simultaneamente como político e gangster (e eu que pensava que era uma e a mesma coisa).
Estou realmente muito curioso, com esta série que agora começa e se tudo correr bem, vou poder ver o seu início, já no próximo domingo.
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