
É inevitável...acho que vou ter que apontar baterias para regressar, quando este projecto estiver concluído, para poder apreciar a renovada skyline de Nova Iorque. Mesmo assim...a ferida está lá...efectivamente, não é a mesma coisa, mas o resultado deste renovado World Trade Center não deixa de impressionar...
Está a fazer um ano que estive pela 2ª vez em Nova Iorque.
Aqueles que me seguem, terão com certeza a ideia muito clara que esta cidade passou a fazer parte do meu dia-a-dia e quantas vezes não olho para ela como parte integrante do meu futuro.

Em jeito de comemoração, aqui fica um pequeno re-styling do blog, tendo como fundo, uma das fotos que tirei há um ano, no Top of the Rock, no pôr do sol.
Infelizmente não tive oportunidade de ver todos os episódios deste excelente programa transmitido pela RTP1, mas ao ver ontem a edição dedicada a Santiago do Chile, lembrei-me de procurar pela edição de Nova Iorque.

Imperdoável se não a publicasse por aqui...encontrado no YouTube, dividido em 4 partes.
É já hoje que começa a aventura do pessoal da Jing-She, que partiu de Famalicão para uma jornada de 17 dias até Wudang, na China e se a internet na China o permitir (já se sabe como são as restrições de acesso à web na China, não é?), podem acompanhar toda a viagem através do Facebook da Jing-She.
Aqui fica o video-teaser.
Nota: Só uma última nota, pouco relevante. A minha primeira DSLR, a Nikon D40, que me acompanhou entre 2008 e 2009, por vários pontos do país e ainda me acompanhou duas vezes para NYC (da segunda vez, emprestada a quem me acompanhou), vai fazer parte desta aventura até à China. Espero sinceramente que a máquina esteja à altura desta aventura.

Integrado na colecção Rotas e Percursos, o Público disponibilizou na semana passada o guia ilustrado, dedicado a Nova Iorque. Tendo perdido o dia em que foi vendido, acabei por adquirir através da LojaPúblico.

Neste guia, o autor americano Miles Hyman dá-nos novos percursos de Nova Iorque através de mapas, dicas e ilustrações da cidade vista por Nova Iorquinos bem conhecidos tais como: Woody Allen, Joe Ramone ou Martin Scorsese.
Noutro registo completamente diferente, deixo-vos outra dica, outro livro ilustrado, dedicado ao pequeno farol vermelho, que se encontra localizado por baixo da George Washington Bridge também em Nova Iorque. O "The Little Red Lighthouse and the Great Gray Bridge" é dedicado ao pequeno farol é um daquelas curiosidade nova iorquinas. No momento da construção da ponte que atravessa o rio Hudson, foi decidido que o pequeno farol vermelho fosse demolido. A história diz-nos que o farol resistiu e lá está ele, ainda hoje, bem ao lado dos gigantes pilares da George Washington Bridge.

O livro, podem-no encontrar na Amazon ou no The Book Depository.
Mais um dia...mais uma madrugada longa! E porquê? A explicação é simples: duplo fuso horário e já não é de agora.

A verdade é que, de há uns anos a esta parte, a minha proximidade com a realidade norte-americana, seja por causa das séries, dos podcasts, da realidade política americana, da tecnologia ou dos laços familiares, é uma constante e acabo por "viver" dois fusos horários ou se formos mais rigorosos, se calhar são mais fusos horários, considerando os diversos fusos horários norte-americanos.
Obviamente que há consequências...o número de horas dormidas são exemplo disso, mas poder acompanhar o mais "próximo" possível uma realidade que me é tão familiar...um mundo completamente diferente que tenho imenso prazer em acompanhar.
Ver as madrugadas da CNN, acompanhar o TWiT, ler os principais e ter descoberto o blog "Era uma vez na América" (eraumaveznaamerica.blogs.sapo.pt) são uma forma de me manter do outro lado do Atlântico.
Infelizmente, o corpo acaba por ressentir-se e não dá para aguentar muito tempo este ritmo...normalmente é o fim de semana que é posto em causa!

De onde vem o meu fascínio pelo Vietname? É fácil...deste episódio do Top Gear!
Ainda é preciso acrescentar o Laos e Cambodja!
E já agora que estou a falar da Ásia, aproveito este post, para desejar uma excelente viagem a Wudang, na China ao pessoal da Jing-She!
Foto: Justin Basie, via 500px.
À medida que os anos passam, vai aumentando o fascínio em conhecer a Ásia e parece que, quanto mais exótico e proibido, melhor...podia falar do Coreia do Sul, Cambodja, Laos, Vietnam, China, o eterno e sofrido Japão, Indonésia, etc...mas aquele que me deixa com formigueiro é mesmo a Coreia do Norte, sobretudo pelos segredos que encerra, por causa do regime tirano do Grande Líder...pai, filho, neto e o que mais surgir daquela família.
Steve Gong, nascido na China, cresceu em Itália, mas agora divide-se entre Nova Iorque, Londres e Pequim, conseguiu, não sei muito bem como, fazer este vídeo e muitas fotos, na Coreia do Norte.
Via Benjamim.
Mais um timelapse absolutamente extraordinário...e sim, com Nova Iorque como pano de fundo...
Via fubiz.net e dica enviada pelo Pedro Esteves.
Vamos lá mudar o tom do blog.
Como é de conhecimento geral, a zona de Nova Iorque e não só, sofreu os efeitos de uma tempestade de neve, sendo que, em certas zonas, a neve atingiu mais de 70cms de altura.
Nós sabemos que neva habitualmente em Nova Iorque, mas raramente chega ao nível a que chegou no passado fim de semana. Podem confirmar através das imagens da CNN. Como é estranho ver a cidade neste estado.
Infelizmente, havia um vídeo que eu tinha imenso prazer em mostrar, mas infelizmente, não o encontro no site da CNN e que mostrava o percurso da colaboradora da CNN (do programa iReport), de casa até às instalações da CNN, em Columbus Circle. Impressionante como Nova Iorque, parecia uma cidade fantasma e silenciosa, naquelas imagens capturadas através de telemóvel.
Um dos sítios que mais gozo me deu descobrir em Nova Iorque, foi, sem dúvida, a loja New York Costumes.

A primeira loja que conheci era bastante discreta, mas ao olhar para o seu interior, fiquei curioso e entrei.
Basicamente, entrei numa espécie de loja dos sonhos. Máscaras, máscara venezianas, fatos, chapéus, muitos chapéus, bonecos à escala, fantoches, marionetas, merchadising de filmes e imitações de guarda-roupa, etc, etc.
Muitos metros quadrados de quilty pleasures geek.


Dias depois, descobri a loja que fica próxima de Union Square e se a primeira era uma loja secundária, esta loja era absolutamente extraordinária. Com um aspecto mais antigo e acolhedor, era impossível não perder 1 a 2 horas dentro da loja e mesmo assim, era preciso fechar os olhos a muita coisa e resistir...resistir era a palavra de ordem.

Mas agora perguntam...afinal, o que acabaste por comprar?
Ora bem, quem me acompanha no Twitter, soube, logo na altura, que comprei um pack do Indiana Jones com o chapéu e o chicote.

Mas, sem dúvida, a melhor compra, acabei por ocultar, até porque também era para oferta, e por isso, não podia revelar.
Estão a ver a máscara do V do V for Vendetta? Pois bem...perdi a cabeça e comprei mais do que uma, para executar ou tentar executar uma ideia para um quadro. Veremos se resulta. Depois mostro o resultado final (espero conseguir algo, com recurso ao Ikea).

Para terem uma ideia dos produtos que podem lá encontrar, podem passar pelo site oficial, em newyorkcostumes.com. No mesmo, podem encontrar também a localização das lojas. A loja, que apresento a imagem no início do post, é que está muito próximo da Union Square em plena Broadway Avenue.
É verdade que se aproxima o Halloween, mas esta loja, tem muito mais para oferecer...é de visita obrigatória, numa passagem por Nova Iorque.
(Infelizmente, não sendo possível tirar fotos no interior da loja, as que publiquei neste blog, foi tiradas discretamente com o iPhone e publicadas logo na altura, no Twitter.)
Não prometo prazos, mas finalmente tive a olhar para as fotos de Nova Iorque com o chamado "Olho de Falcão", para iniciar a selecção das fotos que terão direito a edição e posterior publicação no Flickr.
Para já, deixo-vos com um sneak peak de uma montagem engraçada que decidi fazer com a montra de uma das lojas do MoMA, sendo que, o ponto de partida foram duas fotos, tiradas de ângulos diferentes e em momentos diferentes.
Foi este o resultado, que mais tarde, será publicado no Flickr.

Sim...ainda falta publicar alguns posts sobre Nova Iorque, com algumas dicas essenciais para quem pretende visitar a cidade pela primeira vez e pretende optimizar os dias.
Uma das formas de se visitar as cidades é através dos tours. Nova Iorque oferece várias formas. Temos os habituais autocarros, barco com percursos em torno da ilha de Manhattan e claro, os conhecidos voos de helicóptero. Infelizmente, ainda não tive oportunidade de fazer o último, por isso, vou ficar pelos dois primeiros.
Para os percursos de autocarro, recomendo a Gray Line, que curiosamente, também opera em Lisboa, algo que só reparei, depois de ter regressado de Nova Iorque. Para encontrar os senhores da Gray Line, é muito simples. Basta passar pela entrada principal do Empire State Building e falar com um dos senhores de colete vermelho. Uma das paragens principais, fica precisamente numa das ruas encostadas ao Empire State Building.

Como os percursos individuais são muito caros, recomendo naturalmente os packs de 48h e 72h, em que podem fazer 4 percursos, Downtown Loop, Uptown Loop, Brooklyn Loop e Night/Holiday Lights Tour. Os percursos, individualmente, custam 44 dólares, mas o pack de 48h, pode ser comprado por 54 dólares (preço web: 49 dólares) e o pack de 72h, pode ser comprado por 64 dólares (preço web: 59 dólares).

Se não existe a pretensão de usar os tours como meio de transporte e o objectivo é fazer somente os percursos propostos, então eu recomendava reservar apenas um dia e fazer 3 percursos: Downtown Loop de manhã, Uptown Loop à tarde e ao final da tarde e noite, fazer o percurso Night/Holiday Lights tour e assim, em apenas 1 dia, descansam as pernas e fazem num só dia 3 dos 4 percursos disponíveis. Opcionalmente, podem deixar o percurso de Brooklyn diurno para o segundo dia.
Preparem-se, em cada autocarro, deixarem a já famosa "tip" ou gorjeta e se fizerem o percurso inteiro, acreditem que a mesma será mesmo exigida. Para além da cultura da gorjeta que existe em Nova Iorque, os guias acham que conseguem oferecer mais do que lhes é exigido e por isso, acham que merecem a tal gorjeta.
Para mais informações, consultem o site newyorksightseeing.com, se quiserem, podem consultar o PDF, com o mapa de todos os percursos.

Depois temos o tour feito de barco, à volta da ilha de Manhattan. Existem percursos mais curtos, realizados só no Hudson River ou no East River, mas sinceramente, reservava 3 horas de um único dia e fazia o percurso completo, em torno da ilha de Manhattan. Por causa do clima, existem horários diferentes para este percurso, pelo que, recomendo que consultem esse horário no site do operador que recomendo, a Circle Line. Como se trata de um percurso longo, só existem 2, 3 ou 4 horários durante o dia, dependendo da altura do ano. O ponto de partida é muito simples, é mesmo ao lado do porta-aviões Intrepid. Ou seja, podem reservar um dia para visitar o museu do Intrepid e logo a seguir, fazem o percurso completo de barco.

As 3 horas, a dada altura podem ser monótonas, mas se o guia que fizer a narração do percurso for boa onda, o tempo passa depressa. O barco tem todas as condições, como o bar e por isso, as 3 horas não são um problema. Este percurso custa 35 dólares.
Esta viagem, começa com uma espécie de extra, uma vez que o barco faz uma aproximação à ilha da Estátua da Libertade, isto é, trata-se de um opção válida para que pretende evitar a viagem à Liberty Island, que é, naturalmente, muito concorrida e demorada, sobretudo por causa do processo de segurança de embarque. É verdade, que uma aproximação à ilha não substitui a ida à simbólica Liberty Island, mas pode ser uma opção interessante.
Para mais informações, consultem o site circleline42.com.
Para terminar, devo acrescentar que sou um pouco anti-tours, formatados para turistas. Detesto ser identificado como turista...mas estes tours, podem ser, de facto, uma forma eficaz, que aumentar as zonas pelas quais passei, numa cidade gigantesca como é Nova Iorque e pode ser também, uma forma de poupar as pernas e quem sabe, utilizar estes autocarros como meio de transporte durante 48 ou 72 horas, fazendo os percursos parciais.
Espero sinceramente que este possa ser mais uma dica que vos possa ajudar numa futura viagem à "Cidade que nunca Dorme".
Quem acompanha o blog, recorda-se com certeza, da minha pesquisa para conseguir um Plano de Dados, que fosse possível utilizar em Nova Iorque com o iPhone 4 e este post, é sobretudo direccionado para quem tem o iPhone desbloqueado ou livre de operador.
A ideia inicial seria adquirir um plano Voz + SMS + Dados. Infelizmente, rapidamente percebi que seria quase impossível. Nos planos pré-pagos da AT&T, por exemplo, existe a vertente dados, mas a facturação é feita por KB de utilização e seriam cobrados, valores estupidamente altos.
Então o plano foi alterado ligeiramente. O cartão Vodafone com roaming seria utilizado no iPhone 3G, apenas para voz e SMS. O iPhone 4 ficaria com um cartão de dados e apenas dados e não de Voz + SMS + Dados, como pensava inicialmente.
Surgiram duas hipóteses.
A primeira hipótese é para quem pretende adquirir um iPad Wifi + 3G, que vem com um cartão de dados da AT&T e que podem activar numa Apple Store, com a ajuda do Genius que vos atender. Activam o iPad e activam logo de seguida, um plano mensal, sem contrato, da AT&T. Têm dois planos à disposição: 14,99 dólares para 250MB de tráfego ou 25,00 dólares para um plano de 2GB. Nos ecrãs de activação, introduzem os dados do vosso cartão de crédito e os vossos dados de facturação. Provavelmente terão alguns problemas na introdução da morada, mas como bons portugueses que são, introduzam logo a morada do hotel, por exemplo, e o respectivo número de telefone e resolvem a questão.

NOTA IMPORTANTE: Caso optem por esta solução, recomendo vivamente, antes da viagem de regresso, que voltem a introduzir o cartão da AT&T no iPad e cancelem o plano que subscreveram no início da viagem, para que não exista uma renovação automática do plano. Apesar de não existir um contrato associado, o plano é renovado automaticamente, todos os meses.
A segunda opção é mais acessível. Através da T-Mobile, podem adquirir um plano de dados mensal, sem contrato por 39,99 dólares e que inclui 5GB de tráfego. Têm também a opção para 200MB de tráfego por 24,99 dólares.

Como tinha o interesse no iPad, escolhi a primeira opção, mas como podem verificar, têm outras opções e bastante mais acessíveis.
Para quem escolher a opção iPad, recordo que a utilização do cartão AT&T no iPhone, vai obrigar a uma personalização da APN. A APN a utilizar é "broadband" (sem as aspas, claro) e podem seguir este guia do Carlos Martins para conseguir fazer essa configuração.
Com o iPhone configurado com um cartão de dados, podem continuar a fazer chamadas com o mesmo, através do Skype e a um custo muito baixo. Infelizmente, ainda não é possível configurar um número nacional no Skype, para que possamos receber chamadas e enviar SMS. Assim, podem continuar contactáveis com o Roaming, mas podem evitar o roaming nas chamadas que queiram realizar.
Mesmo assim, as poucas chamadas e mensagens que fui obrigado a enviar via roaming, fizeram disparar a conta da Vodafone. Não fosse esta solução, não quero imaginar como seria. Recordo que, durante a viagem, estive constantemente ligado à web, sobretudo através do Twitter. Provavelmente, nem sequer tentaria. Apesar de existirem N hotspots, a grande maioria obriga a aquisição de minutos e não é livre. Logo, não são opção.

Uma última nota para a qualidade de serviço da AT&T. Todos nós, que acompanhamos as notícias tecnológicas, já sabíamos da fama que a operadora tinha, mas nunca pensei que fosse tão mau. Os clientes de São Francisco já tinham dito que o serviço era péssimo, em Nova Iorque, a AT&T tinha realizado um reforço do serviço. Ora bem, sinceramente não chegou. Foram muitas as situações em que tinha o sinal do máximo, com 3G, mas o serviço simplesmente não funcionava. A publicação de uma imagem no Twitter podia demorar 10/15 minutos, quando podia ser quase imediato. Pareceu-me que o elevado número de utilizadores, pode afectar e muito a qualidade de serviço. Com tantas tentativas falhadas para fazer um simples tweet, a bateria, nunca chegava para um único dia. Em relação a chamadas, não faço ideia, mas para web, a experiência na AT&T, não foi de facto a melhor.
Aqui fica a minha solução. Como calculam, em vez o iPhone 3G para roaming, podem usar um telemóvel mais antigo, para chamadas e SMS e em vez do iPhone 4, podem usar um smartphone alternativo, como um Blackberry, um Android, etc.
Quando for grande, quero fazer vídeos assim...
Via Benjamim no Twitter.
Nota Mental: Ainda há posts pendentes sobre Nova Iorque para publicar.
internet(296)
tecnologia(275)
apple(256)
culto(219)
vídeos(210)
sociedade(196)
fotografia(166)
televisão(149)
vidas(144)
viagens(116)
cinema(109)
música(93)
política(87)
blog(59)
pessoas(50)
podcast(47)
economia(44)
séries tv(44)
desporto(43)
jogos(42)